Quase dois anos depois de o Parlamento decidir pedir ao Governo “uma avaliação das responsabilidades contratuais subjacentes à concessão em vigor entre o Estado e os Correios de Portugal (CTT)”, os resultados da auditoria requerida à Inspeção-Geral de Finanças (IGF) ao funcionamento do serviço postal universal ainda não deu entrada na Assembleia da República (AR).
Ao Jornal Económico, fonte oficial do Ministério das Finanças, que tutela a IGF, garantiu, sem apontar datas, que “o relatório da auditoria será brevemente entregue no Parlamento”.
A auditoria em causa foi aprovada pelo Parlamento em 15 dezembro de 2017 e publicada em “Diário da República” em 24 de janeiro de 2018, após aprovação em plenário de um projeto de resolução apresentado pelo Partido Socialista (PS).
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