Bee Engineering duplica capacidade formativa na área de inovação e tecnologia

O primeiro programa arranca já em janeiro com sete participantes e formato digital.

A Bee Engineering quer formar este ano 40 profissionais para o mercado da inovação e tecnologia em associação com universidades, politécnicos e entidades de formação especializada.

O primeiro programa arranca já em janeiro com sete participantes, dos quais cinco em regime de estágios profissionais do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e dois ao abrigo do programa de requalificação Recodme. As formações serão em formato remoto e digital.

A empresa anuncia em comunicado que o objetivo é “ativar o talento de 20 futuros profissionais em regime de estágios curriculares e de verão, 15 recém-licenciados em parceria com o IEFP e pelo menos 5 pessoas de programas de requalificação como o Recodme”.

“As empresas do sector tecnológico têm a responsabilidade perante a sociedade de ajudar a completar a formação dos jovens que terminam o seu percurso académico e apoiar a sua transição para as empresas, como profissionais de excelência no nosso mercado”, justifica José Leal e Silva, diretor executivo da Bee Engineering.

As formações são gratuitas, têm durações variáveis entre três e nove meses, incluem a ativação de conhecimento técnico no departamento de Investigação e Desenvolvimento (R&D), pelo que participam na realização de projetos em tecnologias avançadas. Durante a formação, o departamento People & Development da empresa, ‘Bee Together’, acompanha o crescimento dos formandos, desenvolvendo “soft skills”, motivação e objetivos de carreira de forma a prepará-los para a vida profissional.

Neste programa 360º de capacitação de talento, a Bee Engineering conta 14 instituições parceiras, entre as quais duas novidades: ETIC e Universidade Lusófona.

José Leal e Silva explica que a empresa está a fazer uma aposta na diversidade e inclusão, concretizando ações e promovendo a consciencialização para o tema. É signatária da Carta Portuguesa para a Diversidade e participou na elaboração do “Guia para um Recrutamento Inclusivo” da Associação Portuguesa para a Diversidade e Inclusão, lançado em dezembro.

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