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Bolsa de Lisboa e Europa seguem no verde

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que valoriza 1,69% para os 4,93 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que avança 1,31% para os 0,92 euros, e a Teixeira Duarte que sobe 1,20% para os 0,50 euros.
PSI bolsa de Lisboa mercados
9 Fevereiro 2026, 12h06

A bolsa portuguesa segue a meio da sessão com uma valorização de 0,04% para os 8.893,75 pontos.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que valoriza 1,69% para os 4,93 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que avança 1,31% para os 0,92 euros, e a Teixeira Duarte que sobe 1,20% para os 0,50 euros.

No verde está ainda a Navigator, a Altri, a NOS, a Semapa, e a EDP Renováveis.

A negociar no vermelho está a Corticeira Amorim que quebra 0,72% para os 6,87 euros, seguida pelos CTT que descem 0,68% para os 7,26 euros, e a EDP que desliza 0,51% para os 4,30 euros.

No vermelho está ainda a Galp, a Jerónimo Martins, a REN e a Sonae.

Europa segue no verde e bolsa japonesa bateu máximos

As principais bolsas europeias estão na sua maioria a negociar no verde. O DAX (Alemanha) sobe 0,22% para os 24.774,34 pontos, o CAC 40 (França) está inalterado nos 8.273,56 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) quebra 0,12% para os 10.357,34 pontos.

O AEX (Países Baixos) desliza 0,23% para os 993.06 pontos, o IBEX 35 (Espanha) sobe 0,54% para os 18.039,57 pontos, e o FTSE MIB (Itália) avança 1,13% para os 46.394,50 pontos.

Destaque ainda para o bater de máximo por parte do índice bolsista japonês (Nikkei). “O índice japonês Nikkei atingiu esta madrugada novos máximos, negociando agora em torno dos 56.500 pontos, na sequência da vitória da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições antecipadas para a Câmara dos Representantes. A coligação liderada pelo Partido Liberal Democrata (LDP) venceu de forma convincente, ao conquistar dois terços dos assentos da Câmara dos Representantes. Trata-se da maior vitória do partido desde o pós-Segunda Guerra Mundial, abrindo caminho ao Governo para pôr em prática políticas de redução de impostos, estímulos fiscais e aumento do investimento em defesa. Estas políticas reforçam as perspetivas de crescimento, favorecendo a bolsa japonesa, mas acentuam a pressão sobre as contas públicas, contribuindo para a fragilização do iene, num momento em que a inflação já figura entre as principais preocupações da população japonesa”, assinala o analista da ActivTrades Europe, Henrique Valente.

O petróleo está a negociar em alta com o brent a subir 0,25% para os 68,22 dólares e o crude valoriza 0,33% para os 63,76 dólares.

Ouro encontra suporte na desvalorização do dólar

O euro está a subir 0,34%, face ao dólar, para os 1,18639 dólares e o euro está a valorizar 0,31%, face à libra, para as 0,87138 libras.
“Os preços do ouro subiram no início da sessão de segunda-feira, regressando a níveis acima dos 5.000 dólares. O metal precioso encontra suporte numa nova fase de perdas do dólar norte-americano face às principais moedas. O dólar continua a ser penalizado pela estratégia de diversificação para fora da moeda norte-americana adotada por alguns investidores, enquanto as expectativas de pelo menos dois cortes nas taxas de juro em 2026 estão a criar um vento contrário adicional para a divisa dos Estados Unidos. Esta dinâmica está a apoiar os preços do ouro, refletindo a relação inversa entre os dois ativos”, salienta o CEO da ActivTrades Europe, Ricardo Evangelista.

“Neste contexto, os investidores estão já focados na divulgação de dados económicos relevantes nos Estados Unidos ao longo desta semana, incluindo o relatório de emprego Nonfarm Payrolls referente a janeiro e os dados da inflação, que serão conhecidos na sexta-feira. Estes indicadores poderão influenciar as expectativas quanto à trajetória da política monetária da Reserva Federal e, consequentemente, o preço do ouro. Entretanto, dados divulgados no sábado mostraram que o Banco Popular da China aumentou as suas reservas de ouro em janeiro, prolongando uma sequência de aquisições que dura há 15 meses. A procura contínua por parte dos bancos centrais está a ajudar a sustentar a procura global pelo metal e a apoiar os preços”, assinala o CEO da ActivTrades Europe.


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