O BPI anunciou que já operacionalizou “todas as medidas públicas de apoio, enquadradas no decreto-lei 31-B, e avançou com medidas próprias para apoiar as famílias e empresas cuja atividade se encontra afetada pelos efeitos das tempestades, nos municípios onde foi declarada uma situação de emergência ou calamidade desde janeiro de 2026 (inclusive)”.
O objetivo destas medidas extraordinárias é reduzir a pressão imediata sobre as famílias e e sobre a tesouraria das empresas, grandes e pequenas, num contexto em que a sua atividade sofreu um impacto excecional, explica o banco liderado por João Pedro Oliveira e Costa.
No âmbito das Medidas de Apoio para as Famílias, o BPI disponibiliza uma moratória com carência de juros e capital de 90 dias para o crédito habitação, aplicável a habitação própria e permanente. Para o crédito ao consumo, o BPI oferece uma taxa fixa de 2,25% (equivalente a spread 0) com isenção de comissões. Adicionalmente, foi criada uma linha de apoio à reconstrução habitacional com spread 0 nos primeiros dois anos.
Nas Medidas de Apoio para as Empresas, o Banco BPI assegura moratórias de crédito a todas as entidades elegíveis, seguindo os critérios definidos pelo Estado. Estão também disponíveis Linhas de Garantia do Banco Português de Fomento (BPF), anunciadas a 1 de fevereiro, que incluem uma Linha de Tesouraria de 500 milhões para financiamento de curto prazo e uma Linha de Investimento de 1.000 milhões para longo prazo.
O BPI oferece ainda a isenção total de comissões em novas contas-corrente até à primeira renovação (até 1 ano) para clientes em zonas afetadas que declarem danos causados pela tempestade
Em comunicado, o banco revela ainda que, em conjunto com a Fundação ”la Caixa”, vai apoiar as instituições sociais nos distritos mais afetados pelas tempestades, através do programa Iniciativa Social Descentralizada, que permite à rede comercial do BPI aprovar diretamente iniciativas locais, com financiamento da Fundação, através de processos administrativos muito simplificados.
A dotação global deste programa é de 2 milhões de euros em 2026.
“Este programa e outras intervenções locais do BPI e da Fundação ”la Caixa” poderão ser ajustados, em função das necessidades que venham a ser identificadas nas regiões atingidas”, conclui.
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