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CGD fala com autoridades para proteger escritório na Venezuela

Embora tenha residentes como clientes, a CGD assegura que a exposição à Venezuela é limitada. Por sua vez, o Abanca tem acionista venezuelano, mas não tem exposição direta.
7 Janeiro 2026, 08h48

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a dialogar com autoridades para proteger o seu escritório na Venezuela, situado no bairro Castellana, um dos mais caros de Caracas, onde também se encontra a embaixada portuguesa, conta o jornal “Público” esta quarta-feira.

Este escritório conta apenas com dois trabalhadores, no 13.º andar da torre com o nome do bairro, que existe para atender os portugueses que residem na Venezuela e que sejam clientes da Caixa Geral de Depósitos.

Com o slogan publicitário “Mesmo à distância, conte com a nossa proximidade”, a Caixa Geral de Depósitos procura proteger-se da tensão causada pela captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no forte militar Forte Tiuna, localizado a sudoeste e distante do bairro.

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