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Consumo de queijo em Portugal mantém-se nos 15 quilos por pessoa por ano

O consumo de queijo em Portugal mantém-se estável, com cada português a consumir, em média, 15 quilos por ano. Os dados, divulgados no Dia Mundial do Queijo, mostram que este alimento continua a ocupar um lugar central na alimentação, apesar das mudanças nos hábitos e estilos de vida.
20 Janeiro 2026, 12h22

O queijo continua a ter um lugar cativo na alimentação dos portugueses. Em 2024, cada pessoa consumiu, em média, cerca de 15 quilos de queijo por ano, um valor que confirma a estabilidade de um hábito antigo e bem enraizado. Os dados são divulgados pela Bel Portugal no Dia Mundial do Queijo, que se assinala esta segunda-feira, 20 de Janeiro.

De acordo com a empresa, cada agregado familiar compra, em média, cerca de 400 gramas de queijo em cada ida às compras. Um número que espelha não só a regularidade do consumo, mas também a variedade de momentos em que o queijo está presente, das refeições principais aos lanches rápidos ao longo do dia.

A forma de consumir queijo tem, no entanto, vindo a mudar. As novas rotinas familiares, a procura por soluções práticas e a crescente atenção à saúde e ao bem-estar estão a influenciar as escolhas dos consumidores. Tendências como o snacking, a valorização da proteína, a curiosidade por novos sabores, as opções plant-based e o interesse pela saúde metabólica têm ajudado a transformar a categoria.

Para a Bel, líder no mercado do queijo em Portugal, esta evolução representa uma oportunidade para renovar a oferta e responder a consumidores que procuram um equilíbrio entre sabor, conveniência e qualidade nutricional.

A inovação tem sido, por isso, uma aposta central da empresa. Produtos como Limiano Grossíssimas, A Vaca que ri Light Blue Cheese ou o novo Boursin de chalotas e cebolinho são alguns exemplos dessa estratégia, que cruza novas texturas, sabores e formas de consumo.

Neste Dia Mundial do Queijo, a Bel sublinha não só a importância de um alimento que continua a marcar presença na mesa dos portugueses, mas também a sua capacidade de se reinventar e acompanhar as mudanças no modo como se come.


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