Do Técnico até 53.º da criptografia mundial

Diogo Mónica, antigo aluno do Instituto Superior Técnico, figura entre as 100 pessoas mais influentes do mundo da criptografia.

Diogo Mónica, antigo aluno do Instituto Superior Técnico, figura entre as 100 pessoas mais influentes do mundo da criptografia. Ocupa, mais exatamente, a posição 53 na terceira edição da lista do site norte-americano de notícias ligado ao mundo da criptografia e do blockchain, Modern Consensus. Diogo formou-se em Engenharia de Telecomunicações e Informática no campus do Taguspark e doutorou-se em Engenharia Informática no Técnico. No outro lado do Atlântico começou por trabalhar como designer de segurança na fintech Square, onde conheceu Nathan McCauley, com quem criou a Anchorage, em 2017. Esta instituição recebeu já aprovação como o primeiro banco de criptomoedas dos EUA a nível federal, o que é visto pela Modern Consensus como um “enorme passo em frente para toda a indústria da moeda criptográfica”.

Recomendadas

A voz dos jovens europeus é professor na UMinho

José Campos e Matos é o novo presidente da YES For Europe – Confederação Europeia de Jovens Empreendedores. Sobe de vice-presidente para o posto ocupado até aqui pelo turco Gürkan Yildirim e torna-se o segundo português em 32 anos a ocupar a liderança deste cargo, após Paulo Barros Vale em 1992-93

Parceria na ULisboa lança mestrado em direito e gestão

Chama-se Master in Law & Management, junta dois ramos do conhecimento – Direito e Gestão – e foi criado por duas escolas da Universidade de Lisboa: a Faculdade de Direito (FDUL) e o ISEG Lisbon School of Economics and Management.

Vinho do Porto tem potencial químico para tratar cancro da pele

Investigadoras da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto identificaram perto de 20 moléculas que revelam potencial para um futuro fármaco que poderá ser aplicado na terapia fotodinâmica (PDT) tópica para o tratamento de doenças de pele, como o cancro e a psoríase. Testes em laboratório serão os próximos passos, só depois é possível pensar em ensaios clínicos.
Comentários