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“É urgente mudar de rumo”, diz secretário-geral da CGTP

O secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, disse este sábado à Lusa, no início da manifestação nacional, em Lisboa, em defesa de “mais salário e melhores pensões”, que “é urgente mudar de rumo”.
CGTP
O novo secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, durante a sessão de encerramento do 15.º Congresso da intersindical, que tem como lema “Com os Trabalhadores, Organização, Unidade e Luta! Garantir Direitos, Combater a Exploração – Afirmar Abril por um Portugal com Futuro”, no Pavilhão Municipal da Torre da Marinha, Seixal, 24 de fevereiro de 2024. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
5 Abril 2025, 16h35

O secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, disse este sábado à Lusa, no início da manifestação nacional, em Lisboa, em defesa de “mais salário e melhores pensões”, que “é urgente mudar de rumo”.

Centenas de pessoas iniciaram hoje à tarde na Praça do Príncipe Real, em Lisboa, uma marcha convocada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP-IN), no âmbito de uma jornada de luta nacional, que contou também com concentrações esta manhã no Porto e em Coimbra.

A manifestação termina no Cais do Sodré, onde Tiago Oliveira fará uma intervenção.

Sob o lema “Mais salário e melhores pensões – Defender os serviços públicos e as funções sociais do Estado – Segurança Social, Saúde, Educação, Habitação”, na manifestação em Lisboa convergiram “as lutas dos trabalhadores dos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Portalegre, Beja, Évora e Faro”, segundo anunciou previamente a central sindical.

Para permitir a participação de todos os trabalhadores, “vários setores” avançaram com pré-avisos de greve, como é o caso do comércio, serviços e hotelaria, segundo disse à Lusa o secretário-geral da central sindical.

No caderno reivindicativo, a CGTP exige um aumento salarial de, pelo menos, 15%, num mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores, bem como o aumento do salário mínimo nacional dos atuais 870 euros para 1.000 euros.

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