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Exportações da UE diminuíram 3,4% e importações caíram 7,1% no segundo trimestre

Numa nota divulgada no site do Eurostat, é detalhado que “no segundo trimestre de 2025, as exportações da UE diminuíram 3,4%, enquanto as importações caíram 7,1%. Consequentemente, a balança comercial de bens da UE caiu de um superávit de 55 mil milhões no primeiro trimestre de 2025 para 26 mil milhões no segundo trimestre de 2025”.
26 Agosto 2025, 16h10

O Eurostat avançou, esta terça-feira, que o saldo da balança comercial de bens da União Europeia (UE) foi de 26 mil milhões de euros no segundo trimestre deste ano, contra 55 mil milhões de euros nos três meses anteriores.

Numa nota divulgada no site do Eurostat é detalhado que “no segundo trimestre de 2025, as exportações da UE diminuíram 3,4%, enquanto as importações caíram 7,1%. Consequentemente, a balança comercial de bens da UE caiu de um superávit de 55 mil milhões no primeiro trimestre de 2025 para 26 mil milhões no segundo trimestre de 2025″.

“Ao classificar as exportações por valor, as maiores quedas foram observadas em energia e em produtos químicos e relacionados. Isso se deve, em grande parte, ao pico nas exportações para os Estados Unidos no 1º trimestre de 2025. As importações de energia apresentaram a maior queda”, frisou.

No segundo trimestre de 2025, o Eurostat sublinhou que “os superávits combinados de produtos químicos e relacionados, máquinas e veículos, alimentos e bebidas e outros bens foram superiores aos déficits combinados de energia, matérias-primas e outros produtos manufaturados. A maior queda ocorreu no setor de produtos químicos, cujo superávit caiu de um pico de 90,9 mil milhões de euros no primeiro trimestre de 2025 para 60,3 mil milhões no segundo trimestre de 2025”, sublinhou o gabinete de estatística.

O Eurotat apontou que “há um grande superávit com os Estados Unidos. Máquinas e veículos, produtos químicos e produtos relacionados foram os que mais contribuíram para esse superávit. Houve um grande déficit com a China, resultante de déficits em máquinas e veículos e outros produtos manufaturados. Esses mesmos dois grupos de produtos causaram superávits com o Reino Unido e a Suíça. O déficit da UE com a Noruega foi causado principalmente pelas importações de produtos energéticos”.

 

 

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