A Fidelidade, que detém 100% da Luz Saúde, “está a analisar a possibilidade de alargar a base acionista a parceiros minoritários que possam acrescentar valor estratégico ao negócio, o que não inclui nenhuma entidade nacional, nem qualquer concorrente do setor segurador”, revelou ao Jornal Económico fonte da administração da seguradora líder de mercado.
Esta afirmação da companhia que tem Jorge Magalhães Correia como Chairman e Rogério Campos Henriques como CEO, surge depois das declarações de Luís Menezes, presidente executivo da Ageas Portugal.
O CEO da Ageas Portugal, num almoço com jornalistas para anunciar a sua visão para a companhia de seguros, os desafios para este ano e o novo ciclo estratégico 2025-2027, quando questionado sobre se admitia entrar no capital da Luz Saúde, disse que “estamos a olhar para todas as oportunidades que possam estar no mercado”.
A Ageas quer criar uma rede própria de unidades de saúde, sejam centros de saúde (cuidados primários), centros de diagnóstico ou mesmo unidades hospitalares podendo criar de raiz, ou, então, aproveitar algumas oportunidades de aquisição que estejam no mercado.
“Temos uma aquisição para breve na área da fisioterapia, e vamos continuar a fazer este caminho”, anunciou ainda Luís Menezes.
A Fidelidade quer vender uma participação minoritária na Luz Saúde e contratou o banco Natixis para receber propostas. Mas fonte da companhia explica que estão a escolher “potenciais parceiros que podem interessar por ter atividade ou negócios em saúde”.
A seguradora não avança no entanto detalhes do processo.
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