A estratégia de desenvolvimento do governo são-tomense, que assumiu funções há quase um ano em circunstâncias políticas particulares, passa mais do que nunca pelo setor privado. Gareth Guadalupe, ministro de Estado, Finanças e Economia falou com o JE sobre os planos do Executivo que integra.
Porquê Bruxelas? Qual a importância deste momento para o país?
Pela primeira vez estamos a fazer um fórum e não uma mesa-redonda de doadores. Não queremos continuar com a filosofia de contar só com a ajuda ao desenvolvimento. Sabemos que, por exemplo, um dos parceiros principais, como a União Europeia (UE), está neste momento focada na questão do orçamento para a defesa. E outros grandes parceiros também têm as suas preocupações. Então temos de explorar o setor privado. E em Bruxelas, onde estão os decisores políticos, normalmente também estão os decisores privados. Esta proximidade com a capital da UE e também com os potenciais investidores é um dos fatores que nos levou a escolher Bruxelas.
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