Greenvolt assina contrato de liquidez com CaixaBI

Com este acordo, a subsidiária da Altri para as energias renováveis tem como objetivo fomentar a liquidez das suas ações admitidas em bolsa.

A Greenvolt celebrou um contrato de liquidez no passado dia 12 de julho, segunda-feira, com o CaixaBI (Banco de Investimento) com o objetivo de fomentar a liquidez das ações da energética admitidas à negociação no mercado regulamentado da Euronext Lisbon.

De acordo com a nota divulgada esta quarta-feira, o contrato entrou em vigor hoje e terá a duração de um ano. Quanto à sua renovação, o comunicado informa que esta será feita de forma automática “por períodos sucessivos de três meses, caso as partes não o denunciem por escrito e com uma antecedência mínima de 15 dias relativamente ao termo das sucessivas prorrogações”.

No entanto, este contrato “cessa imediata e automaticamente se ocorrer objetivamente conflito”, tanto no entender do CaixaBI como mediante comunicação escrita ao CaixaBI com uma antecedência mínima de 3o dias relativamente à data em que pretenda que a cessação do contrato produza efeito.

As operações estarão limitadas a uma posição máxima que se traduza em ações da Greenvolt num montante igual ou superior a 100 mil euros, a uma posição líquida em carteira de quantidade igual ou superior correspondente a 10 mil euros ou ainda a uma quantidade transacionada, a cada momento, de 30% do volume transacionado na Euronext, definida em termos de quantidade de ações.

A Greenvolt sublinha que o contrato de liquidez deverá ser suspenso, designadamente, nas seguintes situações: (i) Se o ativo subjacente não estiver negociável; (ii) Se a posição acumulada, em quantidade de ações ou em investimento efectuado, atingir a posição máxima, conforme definida no contrato de liquidez; (iii) Se ocorrer falha dos sistemas de negociação do CaixaBI; (iv) Se ocorrer a divulgação de factos relevantes que originem uma variação anormal dos preços das ações; (v) Se ocorrer incumprimento por uma das partes das suas obrigações contratuais, sem prejuízo da possibilidade de resolução do contrato de liquidez pela parte cumpridora; (vi) Se ocorrer mau funcionamento da plataforma de negociação; (vii) Se ocorrerem quaisquer outros eventos que possam motivar alterações significativas ao mercado ou à volatilidade de preços do título, de acordo com os critérios do CaixaBI, agindo razoavelmente.

A entrada em bolsa da subsidiária da Altri para as energias renováveis, liderada por Manso Neto , aconteceu no passado dia 15, com as ações da Greenvolt a fecharem o dia a negociar nos 4,80 euros, acima dos 4,25 euros a que foram vendidas no IPO reservado a investidores qualificados.

Recomendadas

Groundforce lamenta que insolvência impeça “caminho de regresso à normalidade”

Para a empresa, que refere ter tido conhecimento da decisão judicial esta quarta-feira, a continuação da operação “era a opção que melhor defendia o interesse de todas as partes interessadas”.

EDP Renováveis vende seis parques eólicos na Polónia por 303 milhões de euros

A energética diz que o negócio “rá contribuir com aproximadamente 303 milhões de euros de encaixe de rotação de ativos e está inserida no contexto do programa de rotação de ativos de 8 mil milhões de euros anunciado no Capital Markets Day”.

Sindicatos reúnem-se com Governo para debater insolvência da Groundforce

A reunião, por videoconferência, deverá contar com a maioria das estruturas sindicais representadas na empresa, conta com a presença do secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Hugo Mendes, e tem como objetivo informar os trabalhadores sobre o processo. 
Comentários