João Galamba substitui diretor-geral de Energia

O novo secretário de Estado da Energia terá afastado o diretor-geral de Energia que tinha sido nomeado pelo seu antecessor, noticia o Público.

Mário Guedes, responsável máximo da Direção-Geral de Energia e Geologia desde abril de 2017, terá sido afastado do cargo pelo novo secretário de Estado da Energia, João Galamba, avança a edição online do jornal Público.

Este diretor-geral de Energia estava no cargo há ano e meio tendo sido formalmente designado em julho por Jorge Seguro Sanches, antigo secretário de Estado da Energia, para um mandato que iria durar cinco anos.

Recorde-se que Mário Guedes tinha sido ainda apontado por Jorge Seguro Sanches para o conselho de administração da empresa do Estado de desenvolvimento mineiro, a EDM.

(em atualização)

Relacionadas

Matos Fernandes sobre Galamba: “Escolhi o secretário de Estado que melhor completava o meu próprio saber”

O ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, foi questionado à margem da assinatura do financiamento do projeto WindFloat, o primeiro parque eólico flutuante.

João Galamba apontado para novo secretário de Estado da Energia

O deputado socialista deverá integrar o executivo após a remodelação de que foi alvo este fim-de-semana.
Recomendadas

Marques Mendes diz que a retirada de comendas a Berardo abre um precedente para outros, como Sócrates

Marques Mendes apresentou ainda um cálculo dos impostos pagos pelos vários países da União Europeia. Ora Portugal paga 22% acima da média europeia e está em sexto lugar nos países com maior esforço fiscal. “Com o nosso nível de vida devíamos pagar menos impostos”, disse.

Europeias: Pedro Marques diz que PS terá eurodeputado dos Açores e isso “faz a diferença”

Para Pedro Marques, é “muito difícil de explicar” a posição do PSD, mas o PS, por Bradford, um “profundo conhecedor da região”, “tem em conta as regiões ultraperiféricas” e os Açores em concreto.

Marisa Matias diz que Bruxelas “está a preparar um assalto às pensões”

A eurodeputada acusa Bruxelas qde querer reduzir a Segurança Social “a um sistema de esmolas para pobres, empurrando quem pode para produtos privados e quem não pode para a miséria”.
Comentários