Matrículas só são obrigatórias para alunos que começam novo ciclo

Ministério da Educação decidiu mudar as regras face às dificuldades sentidas nas últimas semanas por pais e encarregados de educação. Site das matrículas até foi alvo de ataques informáticos.

O Ministério da Educação informa que as renovações de matrícula para os 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 8.º, 9.º, 11.º e 12.º anos vão processar-se de forma automática, com exceção das transferências de estabelecimento de ensino.

Apenas os alunos que vão iniciar um novo ciclo – 5.º, 7.º e 10.º anos –, bem como as transferências, continuarão a ser tramitadas no Portal das Matrículas.

A mudança de regras é justificada pelas dificuldades sentidas nas últimas semanas. “Apesar de vários dias em que foram ultrapassadas as 100 mil matrículas diárias, e de já terem sido concluídas cerca de 70% do total, este procedimento vem aliviar o fluxo do Portal das Matrículas e, por conseguinte, poder melhorar a acessibilidade da página, para quem tenha de efetuar a matrícula por essa via”, justifica o Ministério da Educação, em comunicado.

“Além do fluxo de acessos, associado a páginas conexas ao Portal das Matrículas que estiveram em baixo, registaram-se ataques informáticos de elevada complexidade, que estão a ser acompanhados pelo Centro Nacional de Cibersegurança, e que provocaram graves bloqueios no sistema”, adianta o documento.

 

 

Ler mais
Recomendadas

Hostels e pousadas vão servir de alojamento para estudantes universitários

Graças às orientações da DGS, foram removidas 3.000 camas nas residências estudantis. De acordo com o Público, o Governo está a ultimar um acordo com os hoteleiros em Lisboa, Porto, Coimbra e Braga para o próximo ano letivo.

Suspenso crowdfunding de jovem que pediu dinheiro para pagar doutoramento em Cambridge

A plataforma onde decorria o crowdfunding “Pagar um café a António Rolo Duarte” suspendeu a iniciativa depois de várias queixas

Candidato a doutoramento pede 25 mil euros para substituir bolsas da FCT supostamente “adiadas”, mas concurso ainda não terminou

O jovem lançou uma campanha de crowdfunding sob o pretexto de um adiamento na atribuição das bolsas da FCT. A fundação desmente e diz que o processo decorre com toda a normalidade, com os resultados a serem conhecidos em novembro. A iniciativa gerou mal-estar desde o ministério até ás redes sociais
Comentários