Metropolitano quer ter escolas de línguas, centros clínicos e serviços de conveniência

Alguma vez pensou ir a uma clínica no Metropolitano? Ou estudar línguas? Ou fazer arranjos na roupa? É isso que a Metrocom quer captar para instalar nos 20 novos espaços comerciais do Metropolitano de Lisboa.

Gerir um espaço de 12.700 m2 distribuídos por mais de 200 lojas nas estações do Metropolitano de Lisboa é a função da sociedade participada Metrocom, que quer fomentar a abertura das 20 novas áreas comerciais e de serviços disponíveis na rede das estações do metro da capital portuguesa. O objetivo é captar um conjunto atrativo de lojas com produtos e serviços que possam interessar aos mais de 169 milhões de passageiros que viajam anualmente no metro de Lisboa. A Metrocom tem no topo das suas prioridades a abertura de cafés, restaurantes, lojas de comida pronta e serviços de conveniência, como sapateiros ou costureiras, e ainda, escolas de línguas e centros clínicos.

 

“Para além dos espaços tradicionais que ocupam as lojas do Metro existem outras áreas disponíveis para modelos ou conceitos comerciais temporários, como pop-up stores, feiras ou simples quiosques”, explicou ao Jornal Económico uma fonte do Metropolitano.

O Metropolitano de Lisboa, através da Metrocom, iniciou esta semana, uma campanha com o mote: “Não deixe passar o seu negócio no Metro”, que inclui a decoração das montras das lojas, e pretende captar novos parceiros para estes locais que possam garantir uma maior adequação da oferta de produtos e de serviços às atuais necessidades dos clientes do Metropolitano de Lisboa.

Este plano de dinamização dos espaços comerciais da rede do metro, prevê ainda, para além do arrendamento de lojas, a existência das pop-up stores e “espaços para pequenos negócios, cada vez mais procurados e que queiram alavancar as suas marcas e testar a sua presença no Metropolitano de Lisboa”, refere a fonte.

Notícia atualizada a 12 de fevereiro, às 11:22

 

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