“O esmagamento das margens e a redução acentuada do preço do medicamento levou a repensar a política comercial”

A Farmadeira atua no setor do comércio por grosso de produtos farmacêuticos e surgiu para colmatar as dificuldades que as farmácias da Madeira tinham no abastecimento dos produtos para o seu normal funcionamento.

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A Farmadeira – Farmacêuticos da Madeira, Lda. atua no setor do comércio por grosso de produtos farmacêuticos e tem como objeto social  a atividade de representação, comercialização, distribuição farmacêutica de medicamentos de uso humano e veterinário, dispositivos médicos e produtos farmacêuticos. O projeto foi criado em novembro de 1962 para colmatar as dificuldades que as farmácias da Região Autónoma da Madeira tinham no abastecimento dos produtos para o seu normal funcionamento.

O diretor executivo da empresa, Manuel Costa, diz que entre as preocupações da empresa está “o aperfeiçoar das condições de serviço” perante os clientes e “a melhoria das condições de trabalho”.

“No futuro pretendemos implementar melhores canais de comunicação para facilitar o processo de compras dos clientes”, explica.

Para além disto Manuel Costa clarifica que essa melhoria dos canais de comunicação passa por uma optimização desses mesmos canais na ligação entre o armazenista e a farmácia.

Manuel Costa destaca as melhorias que têm existido devido à introdução de soluções informáticas numa evolução gradual de um processo manual.

“Isto traduz-se numa maior rapidez no aviamento e na conferência da mercadoria”, explica Manuel Costa. “Toda a operação logística passou para soluções informáticas”, acrescenta.

O diretor executivo da empresa explica que hoje em dia a Farmadeira dispõe por exemplo de dispositivos de pulso e de punho de rádio frequência destinados a suportar toda a operação logística, na perspetiva da gestão de armazém. Como tal estes equipamentos permitem fazer o aviamento e gestão do inventário por localização, bem como, a otimização de todas as operações realizadas dentro do armazém, desde a receção da mercadoria, à sua expedição.

A eficiência energética é outra das preocupações da Farmadeira. “Toda a componente elétrica é LED”, destaca. “O custo inicial é elevado mas isso reflete-se em menos consumo energético”, realça.

O “esmagamento das margens”, diz Manuel Costa, e a “redução acentuada do preço do medicamento”, levou a que fosse necessário repensar a política comercial.

Manuel Costa afirma que a Farmadeira é a única empresa ligada ao seu sector que disponibiliza um auditório nas suas instalações. A ideia, de acordo com o diretor executivo, é desenvolver regularmente ações de formação dirigidas aos profissionais de farmácia para atualização de conhecimentos e soluções terapêuticas desenvolvidas pelos parceiros da Farmadeira de modo a criar maior proximidade entre as farmácias e a empresa.

Manuel Costa faz questão de reforçar que o trabalho desenvolvido pela Farmadeira neste setor também se deve ao envolvimento de toda uma equipa que nesta altura se traduz em 22 pessoas entre as áreas administrativas, de armazém e de distribuição.

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