“É improvável que a força militar venha a ser utilizada, mas também não está excluído. A outra parte [Trump] disse-o claramente”, afirmou Nielsen, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
O líder do território autónomo da Dinamarca reforçou a importância da união defensiva em declarações durante uma conferência de imprensa em Nuuk, a capital da ilha.
“É por isso que temos de estar preparados para todas as possibilidades, mas sublinhe-se: a Gronelândia faz parte da NATO e, se houvesse uma escalada, isso teria também consequências para o resto do mundo”, afirmou.
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