Portugal criou o programa de Autorizações de Residência para Investimento (ARI), mais conhecido como “visto gold”, em outubro de 2012, num dos momentos mais difíceis da economia portuguesa. O país estava sob assistência financeira internacional e precisava de atrair investimento estrangeiro. A lógica era simples: conceder autorizações de residência a cidadãos de fora da União Europeia que realizassem investimentos em Portugal. Em troca, os beneficiários passavam a poder viver e circular no espaço Schengen, a zona europeia sem fronteiras internas, podendo, ao fim de alguns anos, pedir residência permanente ou nacionalidade portuguesa.
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