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Portas abertas, portas fechadas: a saga dos Vistos Gold

Desde 2012, Portugal atraiu milhares de investidores estrangeiros através dos Vistos Gold, oferecendo residência e acesso ao espaço Schengen em troca de investimentos variados, que vão desde empresas, fundos de investimento e de capital de risco até projetos culturais e científicos, mas o caminho não tem sido um El Dorado.
13 Fevereiro 2026, 18h00

Portugal criou o programa de Autorizações de Residência para Investimento (ARI), mais conhecido como “visto gold”, em outubro de 2012, num dos momentos mais difíceis da economia portuguesa. O país estava sob assistência financeira internacional e precisava de atrair investimento estrangeiro. A lógica era simples: conceder autorizações de residência a cidadãos de fora da União Europeia que realizassem investimentos em Portugal. Em troca, os beneficiários passavam a poder viver e circular no espaço Schengen, a zona europeia sem fronteiras internas, podendo, ao fim de alguns anos, pedir residência permanente ou nacionalidade portuguesa.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 13 de fevereiro.


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