OCDE: Portugal é o 33º país menos competitivo em políticas fiscais

A liderar a tabela dos países com melhor classificação no que toca às políticas fiscais estão a Estónia, Nova Zelância, Letónia, Suiça, Suécia, Países Baixos e Luxemburgo. Pior do que Portugal só Itália e França.

Entre 35 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal ficou em 33º lugar na competitividade fiscal. Pior do que Portugal, só Itália e França. As conclusões são do relatório “Índice de Regulación Fiscal 2016-2017”, elaborado pela Tax Foundation, que visa medir a competitividade das políticas fiscais.

Segundo os parâmetros analisados, Portugal regista maior competitividade nos impostos sobre a propriedade (20º lugar) e no tratamento de tributação de benefícios internacionais (29º lugar). No que concerne ao IRC, ocupa o 30º lugar e o IRS o 31º lugar.

Antes de Portugal e nos últimos cinco lugares surgem, ainda, Estados Unidos e Grécia. A liderar a tabela dos países com melhor classificação no que toca às políticas fiscais estão a Estónia, Nova Zelância, Letónia, Suiça, Suécia, Países Baixos e Luxemburgo.

Recomendadas

Levantamento de restrições e valorização da libra indicam recuperação do turismo britânico em Portugal

A fintech Ebury, especializada em pagamentos internacionais, diz que, tendo em conta a preferência dos portugueses por destinos de praia, os destinos mais vantajosos em termos cambiais são o Dubai (Emirados Árabes Unidos), as Caraíbas e Zanzibar, na Tanzânia.

Região do Alentejo espera aumentar produção de vinho até 10% este ano

Segundo as previsões da Universidade do Porto, a região vitivinícola do Alentejo estima aumentar a produção para 120 milhões de litros de vinho, contra os 113 milhões de litros produzidos no ano passado, o que já representou uma subida de 15% face a 2019.

Associações deixam comissão sobre estratégia dos cereais e culpam Governo

Em causa está a “evidente falta de compromisso” do Ministério da Agricultura em aplicar esta estratégia, sobretudo, após ter remetido às confederações um documento relativo às decisões sobre os pagamentos diretos 2022 da Política Agrícola Comum (PAC).
Comentários