Prémio Científico Mário Quartin Graça vai para…

Fernando M. Martins, Manaíra Aires Athayde e Gil Correia venceram o Prémio Mário Quartin Graça, uma parceria entre o Banco Santander Totta em Portugal e a Casa da América Latina.

Dois portugueses e uma brasileira conquistaram a 9.ª edição do prémio científico que distingue doutoramentos realizadas por investigadores portugueses ou latino-americanos em universidades de Portugal ou da América Latina.

O português Fernando M. Martins distinguiu-se na categoria de Ciências Económicas e Empresariais. A sua tese Price and wages rigidities: macroeconomic evidence é uma dissertação sobre a dimensão da rigidez de preços e salários em Portugal, bem como das suas principais fontes e foi feita no ISEG.

Manaíra Aires Athayde brilhou na categoria de Ciências Sociais e Humanas com a tese “Ruy Belo e o Modernismo Brasileiro. Poesia, Espólio”, realizada na Universidade de Coimbra. No seu trabalho, a investigadora brasileira mostra como determinadas características, práticas e temáticas da literatura brasileira se encontram na construção do discurso poético e crítico do poeta português.

Gil Correia, também de nacionalidade portuguesa, conquistou a categoria de Tecnologias e Ciências Naturais, com o trabalho “Integração de caracterização de reservatórios com ajuste de histórico baseado em poços piloto: aplicação ao campo Norne”. A tese foi realizada na Universidade Estadual de Campinas, onde o investigador aplicou um fluxograma de modelagem geológica aplicada a um reservatório real.

O brasileiro Virgílio Coelho recebeu uma menção honrosa com uma tese concluída na Universidade Federal de Minas Gerais.

 

Ler mais
Recomendadas

REN vai propor que dividendo se mantenha em 17,1 cêntimos

Para a REN, este valor, que se mantém desde 2013, está em linha com a “política de dividendos anunciada no último Capital Markets Day”.

Lucros da REN recuam 8,1% para 115,7 milhões de euros em 2018

REN anunciou redução dos lucros em 2018 e justificou a quebra com a subida da taxa de imposto.

Marcelo promulga lei da Paridade

Presidente da República indicou preferir que a alteração sobre legislação eleitoral não fosse submetida a promulgação a pouco menos de seis meses de eleição a que se aplica.
Comentários