[weglot_switcher]

A rota do Cabo que trouxe esperança para Sines até chegarem as tormentas

O Alentejo e o Suez têm uma relação antiga. Em 1967, quando Israel e os países árabes voltaram à guerra e o canal foi encerrado, o país tirou proveito. Mas durou pouco.
14 Dezembro 2025, 18h00

Para os amantes de História, talvez seja um “deja vu”. Se Belmar da Costa, representante dos agentes de navegagação de Portugal (Agepor), e Ruben Eiras, secretário-geral do Fórum Oceano, tiverem razão, o porto de Sines vai sentir o impacto da normalização no Suez. Mas não é a primeira vez que o encerramento daquele canal traz benefícios à costa alentejana, e a sua reabertura amargos de boca — com as devidas distâncias, porque os contornos são agora bem diferentes.

Os livros “A grande transição da economia portuguesa”, de António Manzoni e José Félix Ribeiro, e “O Estado Novo”, assinado por este último economista, detalham a emergência e queda da chamada “vaga da Rota do Cabo”, que teve início após 1967, o ano da terceira guerra entre Israel e os países árabes.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui a versão completa. Edição do Jornal Económico de 12 de dezembro.


Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.