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Angola e Banco Mundial lançam bases para novo mecanismo de coordenação regional do Corredor do Lobito

Encontro de alto nível acontece no dia 5 de fevereiro, quinta-feira, com o objetivo de “alinhar prioridades estratégicas” e “reforçar a coordenação” entre Angola, a República Democrática do Congo (RDC) e Zâmbia, e os parceiros técnicos e financeiros do projeto multimodal estratégico.
3 Fevereiro 2026, 11h47

O Governo de Angola e o Banco Mundial promovem esta semana a primeira reunião sobre o mecanismo de coordenação regional do Corredor do Lobito.

O principal objetivo do encontro de alto nível, de acordo com o Ministério do Planeamento, “é o alinhamento de prioridades estratégicas e o reforço da coordenação” entre Angola, a República Democrática do Congo (RDC) e Zâmbia, e os parceiros técnicos e financeiros do projeto multimodal estratégico.

O encontro de alto nível terá lugar no Hotel InterContinental Luanda Miramar e marca o lançamento formal de um “novo e robusto mecanismo de coordenação regional, concebido para acelerar o desenvolvimento deste corredor estratégico que liga o interior do continente africano aos mercados globais”, lê-se num comunicado da tutela liderada por Victor Hugo Guilherme, ministro que acumula a pasta da Economia.

A agenda do encontro, na qual estarão presentes altas entidades governamentais angolanas, congolesas (Kinshasa) e zambianas, bem como líderes de organizações multilaterais e bilaterais, instituições financeiras e parceiros internacionais de desenvolvimento, prioriza a “aceleração da implementação de projetos estruturantes em áreas vitais”, designadamente “o transporte ferroviário e logística integrada”, “facilitação do comércio e modernização de infraestruturas”, “energia sustentável”, “desenvolvimento de cadeias de valor agrícolas e minerais” e a “promoção do desenvolvimento económico e social ao longo do corredor”.

“Espera-se que esta reunião inaugure uma nova era de trabalho conjunto, mais estruturada e regular, destinada a transformar o Corredor do Lobito num verdadeiro motor de integração regional, atracção de investimento privado e criação de oportunidades económicas e de emprego para a região”, acrescenta o Ministério do Planeamento no mesmo comunicado.

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