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AUTOR

João Barros

jbarros@medianove.com


Japão: Governo admite intervir para sustentar iene

A ministra das Finanças japonesa afirmou esta terça-feira que o governo local tem “mão livre” para abordar os movimentos excessivos de mercado em torno do iene, garantindo que os responsáveis japoneses tudo farão para suportar a divisa face ao que classifica como especulação.

Juros em máximos de 30 anos não conseguem suportar iene

Com as taxas de referência em 0,75%, a postura monetária japonesa continua a ser, pelas medidas internacionais, contida e pouco restritiva, mas o indicador está em máximos de setembro de 1995. Ainda assim, o iene continua sem recuperar o terreno perdido nos últimos meses para o dólar e o euro.

EDP Renováveis anuncia contrato para vender 200 MW de energia solar nos EUA

“Com este acordo, a EDP reafirma o compromisso com um perfil de baixo risco e uma estratégia de crescimento baseada no desenvolvimento de projetos competitivos com visibilidade a longo prazo”, lê-se no comunicado à CMVM.

“Oferta, oferta e oferta”: BdP lança palavras de ordem para o problema da habitação

O governador Álvaro Santos Pereira defende que, dado que a crise na habitação resulta de um desfasamento entre procura e oferta, tem de se construir mais. Para tal, é preciso acelerar licenciamentos e um caminho para isso passa por publicar informação por município relativa ao tempo que estes demoram.

Governador do BdP mantém porta aberta a excedente este ano

Várias medidas “adotadas após o fecho do Boletim Económico de junho implicam uma revisão do saldo orçamental”, explica o banco central, sendo que ainda é possível obter um excedente este ano caso se concretizem algumas medidas com impacto orçamental, avançou Álvaro Santos Pereira.

BdP revê em alta crescimento este ano e no próximo para 2% e 2,3%

O banco central argumenta que a “economia portuguesa continua a crescer a um ritmo robusto num enquadramento externo marcado por tensões comerciais, incerteza elevada e apreciação do euro”. Do lado orçamental, o défice não deve surgir já este ano, mas mantém-se a previsão para 2026, embora bastante menos profundo do que os 1,3% antes projetados.
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