Município de Castro Marim assina Acordo Coletivo de Trabalho

A Câmara Municipal de Castro Marim assinou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), que permitirá a reposição de vários direitos, retirados aos trabalhadores aquando da crise financeira em Portugal.

O presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Amaral e os representantes da Direção Nacional do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), Paulo Gonçalves e Henrique Vilalonga, e da Direção Regional e da Comissão Sindical do STAL, Nuno Emídio assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho que repõe vários direitos engavetados durante o período da troika.

Em causa estão, segundo explica a autarquia em comunicado enviado às redações, o usufruto de 25 dias úteis de férias, o gozo do dia de aniversário, o gozo do Dia de Carnaval, a dispensa de serviço em caso de funeral de parentes de 3.º e 4.º grau, a redução do período experimental do contrato de trabalho para metade e a possibilidade de chegar às 200 horas anuais de trabalho extraordinário.

“Este acordo de trabalho vem promover um maior equilíbrio entre a vida pessoal e familiar e a atividade profissional, procurando o bem-estar de todos e uma maior motivação profissional”, salientou francisco Amaral.

Recomendadas

“Soldado do futuro”. Governo vai investir 171 milhões de euros em equipamento militar

O maior esforço financeiro na preparação do “soldado do futuro” deverá notar-se entre os anos de 2019 e 2022, quando estão previstos gastos de 74,8 milhões de euros,

Primeiro-ministro aponta matérias sociais como base para novos acordos à esquerda

O primeiro-ministro espera ter a confiança dos portugueses para fazer mais um mandato neste cargo e considera que matérias sociais como saúde, educação e combate às desigualdades podem ser base para novos acordos à esquerda.

António Costa: “É importante que franqueza transparência se mantenham com Angola”

A visita oficial de João Lourenço, que se inicia hoje e se prolonga até sábado, “restabelece a normalidade de uma relação que é muito frutuosa de parte a parte e que tem de continuar e desejavelmente deve prosseguir sendo aprofundada”, afirmou o primeiro-ministro, citando o próprio presidente angolano.
Comentários