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Politécnico de Leiria cria gomas a partir de pera rocha e maçã de Alcobaça

Projeto de investigação nasce no ciTechCare, tem parceria com o Rocha Center e procura financiamento para os próximos passos. Com patente na mira, investigadores apontam ao nicho de mercado dos alimentos inovadores.
Foto: Marisa Gaspar
Foto: Marisa Gaspar
1 Fevereiro 2025, 12h00

Não é uma goma qualquer. Aproveita todos os resíduos da chamada fruta feia e dispensa o açúcar refinado. Mas, como qualquer goma, poderá vir a fazer as delícias de miúdos e graúdos e, outra novidade, funcionar como elemento preventivo de doenças como a diabetes.

“Parte integrante da abordagem deste projeto é a avaliação do potencial in vitro das gomas mais promissoras para inibir enzimas implicadas na fisiopatologia da diabetes e outras doenças”, revela Marisa Gaspar, investigadora principal do ciTechCare – Centro de Inovação em Tecnologias e Cuidados de Saúde da Escola Superior de Saúde do Politécnico de Leiria, ao Jornal Económico.

O projeto de investigação FRUIGU, que coordena, visa o desenvolvimento de produtos alimentares inovadores, com benefícios para a saúde, em concreto, gomas criadas à base de resíduos de frutos produzidos nas regiões de Leiria e do Oeste, como a pera rocha e a maçã de Alcobaça.

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