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Madeira: PTP defende regulamentação da extração de inertes nas ribeiras

O PTP considerou que as ribeiras foram mexidas de forma “irresponsável, gananciosa e incompetente, para que os empresários pudessem fazer fortuna com os inertes”. A força partidária sublinhou que se “está a matar” os ecossistemas das ribeiras e a “pôr em causa a segurança” da população.
8 Maio 2024, 13h08

A candidatura do PTP às eleições regionais da Madeira, marcadas para 26 de maio, defendeu a regulamentação da extração de inertes nas ribeiras da Região.

A candidata da força partidária, Raquel Coelho, durante uma iniciativa na Ribeira dos Socorridos, considerou que um  dos “maiores crimes ambientais” na Madeira, praticados pela governação PSD, foram as ribeiras da Madeira, devido à instalação de pedreiras e aterros.

Raquel Coelho alertou que atualmente praticamente já não existe nenhuma ribeira “natural e intocada” na Madeira, porque “foram todas destruídas” pela extração de inertes.

A candidata do PTP reforçou que as ribeiras foram mexidas de forma “irresponsável, gananciosa e incompetente, para que os empresários pudessem fazer fortuna com os inertes”.

Raquel Coelho sublinhou que se “está a matar” os ecossistemas das ribeiras e a “pôr em causa a segurança” da população e que “não se tem pago nem um euro” pela extração de inertes.

A candidata da força partidária diz que para além da Ribeira dos Socorridos este “crime ambiental” repete-se em quase todas as ribeiras do concelho do Funchal (Ribeira de João Gomes, Ribeira de Santa Luzia, Ribeira de Santo António) e em outros concelhos da Região, como na Ribeira Brava, Ribeira da Tabua, Ribeira da Ponta do Sol, Ribeira da Madalena do Mar, e também a norte, na Ribeira da Metade e Ribeira Seca, no Faial, e na Ribeira de São Vicente.

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