Formação para executivos: que inovações incorpora a oferta formativa das escolas?

O Jornal Económico ouviu responsáveis de escolas de negócios e de formação de executivos sobre os programas e os formatos que têm em preparação. As novidades são muitas.

A expressão formação para executivos equivale quase a um mundo sem fim. A duração de um programa varia entre um simples workshop de um dia, numa qualquer área de especialização, até um MBA com a duração de dois anos, parte dos quais pode ser passada numa universidade estrangeira, como acontece, por exemplo, com o The Lisbon MBA. Depois há todo um mundo de temáticas e de formatos. Se quer atualizar conhecimentos numa determinada área do conhecimento ou aprofundá-los numa nova disciplina, a formação executiva pode ser uma opção. A questão que se coloca é: que programa fazer? Que escola escolher? Este discurso direto pode ajudar à deci­são, mas está longe de esgotar a oferta existente em Portugal.

 

Ana Côrte-Real
Associate Dean da Católica Porto Business School

 

Oferta para cada fase da carreira

No âmbito da formação executiva, numa perspetiva de portefólio, a Católica Porto Business School tem vindo a pensar na sua oferta em termos de fases de carreira e não em termos de áreas científicas. Não temos, só, uma oferta de marketing, de finanças, de capital humano… temos uma oferta que permite que os nossos formandos adequem a sua escolha à fase da sua carreira: Precisa de conhecimento técnico específico, ainda não gere equipas? Ou busca competências na área das pessoas dadas as necessidades de gerir equipas, para além dos conhecimentos técnicos? Ou na verdade procura um conhecimento concreto de um negócio? Porque o know-how, o know-people e o know-business obrigam ao (re)conhecimento sustentado de valores e competências, o que é raras vezes posto em prática em cursos de formação executiva. Oferecemos um exigente e selecionado programa de formação nesses níveis, o que consideramos uma experiência diferenciadora e distintiva, e, acima de tudo, adequada à gestão de carreira.

No âmbito da formação executiva, numa perspetiva de metodologia, a ideia de que as escolas de gestão funcionam como “aceleradores” de conhecimento por via da sua capacidade para sistematizar e estudar práticas e experiências empresariais levam-nos a fortalecer a relação com as empresas, reforçando uma interface universidade–empresa, como o clube de empresas no âmbito do novo MBA Executivo. O clube funciona  como uma plataforma de residência de vários projetos que partilham em comum o envolvimento das empresas no processo de formação e desenvolvimento dos gestores, tendo em vista profissionais mais bem preparados para as empresas.

 

Paulo Bento
Presidente do INDEG-ISCTE

 

Atenção a PME e internacionalização

A formação de executivos não sofre alterações a cada ano. Ainda assim e como tendência, refira-se que os programas mais generalistas têm ganho terreno face às especializa­ções, forçando à reestruturação destas últimas.

Estamos a dar especial atenção à Internacionalização e pequenas e médias empresas (PME), estabelecendo parcerias obrigatórias com a AICEP e o IAPMEI, respetivamente.

A parceria com a AICEP prevê a colaboração em três áreas, destacando aqui o Export Advance, concebido ao longo dos últimos seis meses. Trata-se de um programa avançado para promover a internacionalização sustentada das empresas, que tem como output a implementação de um projeto aplicado de internacionalização, tendo por base as expertises da empresa, da AICEP e do INDEG-ISCTE.

A parceria com o IAPMEI contempla a realização de três programas, também desenhados nos últimos seis meses, o primeiro dos quais a anunciar a 10 de maio. É um programa de formação de executivos que vai não só proporcionar aos empresários das PME a obtenção ou atualização de conceitos e ferramentas fundamentais à gestão, como também promover o networking, o intercâmbio de boas práticas e a expansão do conhecimento aplicado na gestão das PME.

 

Pedro Torres
Coordenador MBA para Executivos, FE da Universidade de Coimbra

 

Mais destaque à gestão do talento

Num ambiente incerto, em constante mudança, no qual a tecnologia ocupa um papel cada vez mais central para a competitividade das organizações, os executivos têm que colocar as perguntas certas, adaptar-se e ser criativos. A gestão do talento representa um desafio, uma vez que as motivações das novas gerações são significativamente diferentes das anteriores e as equipas são muitas vezes constituídas por várias gerações de profissionais. Neste contexto, os executivos devem ser capazes de compreender e antecipar a mudança, o que exige competências relacionadas com a aprendizagem constante e com a criatividade. Assim,na minha opinião, os casos de estudo irão estar cada vez mais focados na atualidade, as tecnologias digitais e a gestão de big data serão cada vez mais temas de estudo e outros tópicos, tais como o design thinking e a criatividade, serão ainda mais importantes.

Consideramos que para dar resposta aos novos desafios continuam a ser relevantes os tópicos habitualmente abordados num MBA, tais como a estratégia, o marketing, as finanças, e a liderança. Todavia, iremos apostar numa atualização de conteúdos, dando mais destaque ao digital, à criatividade e à gestão do talento humano.

 

Rui Ribeiro
Diretor Executivo Lusofona Information Systems School

 

Novo formato no MBA

A tendência na formação de executivos está na cada vez mais no acompanhamento dos fatores associados à transformação digital das organizações, quer seja em áreas de marketing, de processos ou de operações. De outra forma, para além das bases tradicionais, inerentes às atividades base do negócio, é essencial que os programas de formação de executivos possam garantir que os gestores de negócio estejam alinhados com a tecnologia, em particular como os sistemas de informação que podem potenciar o seu negócio, tal colocar os informáticos perante as exigências de entender como deve ser o desenvolvimento adequado de soluções tecnológicas inovadoras e em conformidade com uma gestão de projeto eficiente e eficaz.

Para o próximo ano letivo, o MBA de Sistemas de Informação e Empreendedorismo terá um formato novo que permitirá aos executivos um conhecimento transversal e adequado de como poderão gerir sistemas de informação da empresa, em particular como as pessoas, os processos e as tecnologias podem estar adequadas ao crescimento do negócio, desde a estratégia empresarial, à forma de liderança e à implementação prática de projetos.

A outra área principal de atuação é a transformação digital, em particular através do novo MBA em Digital Business, o qual vincará todo o processo de liderança, da criação e migração de processos transversais à organização numa base digital integral, desde a forma como criamos operações digitais, até aos processos de marketing e vendas digitais.

 

José Veríssimo
Professor de Marketing & Estratégia no ISEG

 

Soft skills e digital são aposta forte

Duas áreas temáticas vão continuar a dar origem ao lançamento de novos produtos formativos: soft skills, incluindo, por exemplo, comunicação, liderança, gestão de equipas, inteligência emocional; e área digital, nomeadamente nas ferramentas de transformação digital e otimização de operações.

O IDEFE tem ofertas formativas para responder a estas tendências através de cursos abertos de curta e média duração, e de cursos à medida das solicitações das organizações.

São exemplos de ofertas formativas na área digital os cursos breves de Social Media Management, e Futures, Strategic Design & Innovation e Business Innovation & Agility. Este curso permite, por exemplo, perceber até que ponto a transformação digital influencia as empresas, mas também como alguns modelos (agile, lean, etc.) podem ser usados pelas empresas para melhorarem a sua performance.

Ainda na área digital, mas com mais horas de contacto, o IDEFE oferece as pós-graduações em Marketing Digital, Data Science & Business Analytics, e Competitive Intelligence. Na área de soft skills, estão disponíveis os cursos breves abertos de Dragon Dreaming,  Mindful Leadership Development, Soft Skills & Marketing Pessoal.

 

Luís Cardoso
Diretor da Formação de Executivos CATÓLICA-LISBON

 

Jogar o trunfo da diferenciação 

Este ano letivo vamos lançar dois programas novos. O_Personal Branding: Estratégia e Gestão da Marca Pessoal terá um formato diferente do que temos feito até aqui, uma vez que terá a duração de um dia. Este workshop é muito prático e interativo, e os participantes terão que criar um plano de branding e de posicionamento estratégico da sua marca pessoal. O programa culmina com um pitch, que será gravado e terá utilização pessoal após a sessão. O outro programa que terá início já em junho, é o Fintech Disruption Program que pretende inspirar quadros bancários e financeiros, consultores ou empreendedores, formando-os sobre as últimas tendências em fintech, as melhores práticas internacionais e revelando exemplos sobre o que de melhor se faz em Portugal. O curso contará com oradores convidados das principais fintechs nacionais.

Além destes dois novos programas, vamos lançar, pela primeira vez, uma versão intensiva de um programa em gestão geral. O Management Development Program: Programa Integrado de Gestão irá decorrer durante uma semana, em junho, e destina-se a todos os profissionais que pretendem ter uma visão geral e completa das várias componentes da gestão de empresas e equipas.

Nesta primeira parte do ano, verificou-se uma clara procura pelo nosso Programa de Regulamentação Geral de Proteção de Dados, o que se entende, uma vez que o impacto destas normas vai ser transversal a todas a organizações, com diferentes implicações em função da sua indústria, dimensão e visão estratégica. Todavia, os programas na área digital continuam sempre com uma procura muito elevada, e para 2018 a tendência continuará a ser essa. No entanto, não podemos deixar de destacar os vários programas na área da gestão geral, que têm tido uma crescente procura.

 

José Fonseca
Coordenador da UNAVE Universidade de Aveiro

 

Formatos curtos e de média duração

Os executivos de hoje precisam de formação que seja eficaz e que lhes dê em tempo útil as ferramentas para que possam gerir e liderar num mundo cada vez mais globalizado e onde a crescente digitalização traz novos desafios. Têm também de saber lidar com recursos humanos com cada vez mais formação, adaptação ao mundo digital e vontade de saltar entre experiências distintas e geografias distintas. Na nossa estratégia cabem dois tipos de formação para fazer face a estas necessidades: e-learning presencial de muito curta, curta ou média duração. O primeiro caso adequa-se bem a questões técnicas do mundo digital. No segundo modelo incluímos workshops de sensibilização para temáticas (até um dia), ações de curta duração (12 a 40 horas) e ações de média duração (até cerca de 100 horas). Modelos mais longos não consideramos adequados à disponibilidade dos executivos.

As nossas temáticas cobrem três áreas: técnica, comportamental e cultural, tendo as duas primeiras ofertas para executivos. Das mais populares destacamos um MicroMBA para uma visão alargada em tempo limitado, marketing digital, lean e outras técnicas de organização como REFA. Destacam-se ainda variadíssimas temáticas técnicas específicas desde regulamentos para a indústria, temas de engenharia, tecnologias de informação. Damos também importância a soft skills onde o coaching (incluído em formações) e o mindfulness são enaltecidos. De uma forma geral aposta-se em know-how da Universidade de Aveiro e numa combinação de formadores académicos e da indústria, sempre com coordenação de especialistas ligados à UA.

 

Ana Maria Sousa
Executive Director for Executive Education Porto Business School

 

Inovação é palavra-chave

A velocidade da inovação tecnológi­ca é a responsável pela principal tendência da formação para executivos: a inovação. Iremos assistir ao lançamento e ao reforço de programas em temas como blockchain, analytics, e-commerce, digital transformation mas também em programas base de inovação e criatividade. Alinhada com as competências do futuro e como forma de diferenciação dos humanos face às máquinas assistiremos a um aumento da importância das soft skills. A transformação digital e o desenvolvimento da neurociência serão responsáveis pelo surgimento de novos formatos e novas metodologias de aprendizagem. Teremos cada vez mais ofertas de formação on-line e programas e-learning mas também programas presenciais cada vez mais experienciais e que criam maior impacto.

A aposta da Porto Business School está alinhada com estas tendências, sendo o nosso foco a inovação e o seu impacto nos novos modelos de negócio. Temos previsto o lançamento e reforço de programas em gestão de inovação, design thinking, blockchain, analytics, e-commerce e digital transformation.

Haverá um reforço de programas e temas destinados a executivos com mais experiência, alguns deles em parceria com instituições internacionais. Continuaremos a apostar na multidisciplinariedade, na interação com os participantes e na utilização de  metodologias diferenciadoras. No portefólio para 2019, pretendemos ainda reforçar a Learning Journey, uma metodologia que adotámos na formação para executivos, que pretende abordar, de forma sistémica, os diferentes ciclos de aprendizagem. São criados vários pontos de contacto com o participante, antes, durante e depois da realização da formação.

 

Luís Rodrigues
CEO da Nova SBE Executive Education

 

As estrelas são os formatos

Fala-se muito de transformação digital, mas as reais necessidades das empresas – e dos indivíduos – passam pela emergência de lideranças que saibam efetivamente liderar em contextos cada vez mais acelerados e desafiantes. A real necessidade está ao nível do desenvolvimento de soft skills, que precisam de ser treinadas e adaptadas ao contexto e cultura de cada organização.

Para tal, é preciso criar desafios. Na verdade, mais do que temas, na Nova SBE, as estrelas são os formatos. Se não se criarem desafios na formação passa a ser um ensino convencional, unidirecional. Se não se criarem momentos de avaliação perante chefias e boards e elementos da academia, não se conseguem experiências de verdade. Se não se criarem aproximações disruptivas não se mimetizam os tempos e as envolventes das empresas. Se não se trouxerem wild cards e novas gerações para criticar nunca se fará futuring ou scenario building. (…) A oferta que temos para as empresas é construída em conjunto com cada parceiro. Não disponibilizamos uma lista de temas; apresentamos o que elas precisam, e cocriamos cada programa, com impacto no que a empresa pretende. E se não tivermos disponíveis recursos para o fazer, procuramos o parceiro relevante para garantir a qualidade. Desta sinergia nascem, em conjugação com os nossos parceiros empresariais, formatos e conteúdos que muitas vezes pensamos não serem vendáveis. Mas são-no. E os nossos clientes querem-nos – e querem-nos com o prestígio e a caução Nova SBE.

 

Francisco Carballo-Cruz 
Diretor da UMinho Executive

 

Tecido empresarial da região é o foco

Apesar da existência de uma procura significativa por programas de longa duração, como os MBA ou os MBA executivos, o mercado tem uma preferência crescente por programas mais curtos, de caráter especializado. Os profissionais e as empresas procuram, cada vez mais, formação em áreas digitas que potenciem os negócios, tais como o big data, o business analytics ou a inteligência artificial, e em áreas transversais que promovam leituras alternativas da realidade e das problemáticas empresariais, tais como a criatividade ou as soft skills.

As nossas apostas formativas pretendem dar resposta às necessidades do tecido empresarial regional e acompanhar as novas tendências dos negócios. O tecido empresarial do Norte continua a precisar de reforçar competências no domínio da internacionalização e da gestão de recursos humanos. Os nossos programas irão ao encontro quer dessas necessidades, identificadas como prioritárias, quer doutras mais específicas nas áreas do marketing e da contabilidade.

No domínio das novas tendências, promoveremos ofertas que forneçam competências para que os profissionais e as empresas enfrentem adequadamente os desafios da digitalização.

 

Anabela Possidónio
Diretora Executiva do The Lisbon MBA

 

O Alvo é a liderança

Em termos genéricos, o que se vem sentindo nos últimos anos é uma necessidade de aprofundamento de conhecimentos em todas as áreas ligadas direta ou indiretamente à transformação digital, nomeadamente ao nível do marketing digital, big data e analytics.

Outra área em franco crescimento está associada à inovação, empreendedorismo e intra-empreendedorismo. Por um lado, temos pessoas que querem criar o seu próprio negócio. Por outro, temos empresas a quererem colaboradores mais disruptivos e inovadores, que possam ajudar a empresa a ter sucesso no mundo VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo).

Finalmente, outra tendência a destacar prende-se com todos os temas associados à liderança. Num mundo cada vez mais digitalizado, há a consciência de que as pessoas vão ser a chave do sucesso, e que, para isso, serão necessárias chefias fortes, com capacidade de mobilizar e inspirar.

Sendo o The Lisbon MBA uma formação avançada de gestão, que tem como objetivo preparar os seus alunos para assumirem funções de Direção Geral, uma das nossas apostas fortes é em todas as componentes de liderança. Vamos aprofundar ainda mais esta componente, com enfoque em coaching personalizado.

Estamos também a apostar muito em inovação e empreendedorismo, com a extensão da nossa parceria com a MIT Sloan ao MBA Executivo.

Finalmente, temos um leque de disciplinas optativas na área da transformação digital.

 

Miguel Varela
Diretor do ISG

 

Gestão hospitalar e TI são novidade

O ISG reformulou recentemente a sua oferta formativa na área de formação de executivos. Além dos cursos tradicionais de pós-graduação, não conducentes a grau académico, nomeadamente, a Logística, e a Gestão de Projetos e a Gestão, o ISG desenvolve dois novos cursos: Gestão de Sistemas de Informação e Gestão Hospitalar, tendo em consideração o aumento da procura por parte do mercada de competências avançadas na área da gestão da saúde e na área da gestão de tecnologias de informação.

O ISG oferece quatro cursos de mestrado (marketing; estratégia; gestão do potencial humano e gestão financeira), e também cursos de curta duração para formar executivos, nomeadamente nas áreas de Comércio Eletrónico e E-Marketing, Estratégia Empresarial, Estudos e Análise de Mercados, Fiscalidade, Gestão Financeira e Marketing Estratégico.

As novas tendências da formação de executivos passam inevitavelmente por cursos de menor duração e que ocupem apenas parte da semana. O ISG desenvolve metodologias pedagógicas que passam por aulas conjuntas em disciplinas de mestrado onde os alunos podem elaborar trabalhos conjuntos e partilhar diferentes experiências e até objetivos de formação distintos, podendo aliar um ensino de carácter mais científico e de investigação, com um ensino muito prático orientado para o saber-fazer.

 

Luís Serra Coelho
Diretor Pós-graduações da FE Universidade do Algarve

 

Turismo e saúde são apostas recentes

São duas as palavras que carate­rizam (e vão continuar a caraterizar) o mundo dos negócios: mudança e competição. Poder-se-á dizer que este é um lugar comum em lingua­gem de gestão. No entanto, estamos convictos de que esta realidade se vai agudizar no futuro, à medida que a revolução tecnológica acelera, os consumidores se tornam mais sofisticados e os colaboradores mais exigentes. Desta forma, a necessidade de mais e melhor formação chegou, definitivamente, à realidade diária dos gestores de topo, até das maiores empresas nacionais. Sem uma atualização constante, mesmo os melhores profissionais ficam para trás. (…)

A Faculdade de Economia da Universidade do Algarve tem já um longo historial de formação para executivos em diversas áreas do saber. De facto, há 20 anos que oferecemos soluções formativas em áreas tradicionais como a gestão empresarial, as finanças e o marketing. Mais recentemente, a aposta centrou-se no turismo e na saúde, áreas que são hoje em dia estratégicas dentro do nosso portefólio formativo. Será de referir que já passaram por estes progra­mas mais de 1800 estudantes, o que não deixa de ser um importante contributo para a qualificação dos quadros que todos os dias trabalham no nosso País, muito em especial na região do Algarve. É ainda de enfati­zar que a Universidade tem vindo a fazer um importante esforço de interna­cionalização, em particular, fruto do seu corpo docente qualificado por universidades estran­geiras. A Faculdade de Economia oferece quatro pro­gramas avançados totalmente lecionados em língua inglesa. Dois são na área de turismo, um outro é na área das finanças e o quarto versa sobre gestão geral. Esta é a nossa opção de fundo mais impor­tante, já que nos permite diferenciar face a outras ofertas.

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