O Tribunal de Contas Europeu considerou não ser possível “medir bem o desempenho global do fundo de recuperação da União Europeia” mas acabou por elogiar as autoridades portuguesas por conseguirem controlar o PRR de forma “altamente automatizada”, de acordo com relatório que faz manchete esta quarta-feira no “Diário de Notícias”.
“O sistema de informação do PRR em Portugal, baseado num método de autenticação de início de sessão único e que proporciona uma interface com todos os sistemas de informação locais, é um exemplo de transferência de dados altamente automatizados” , apontou o Tribunal de Contas Europeu.
A conselheira do TCE, Ivana Maletić, a responsável por este novo estudo, referiu que “no caso de Portugal, destacámos a importância da qualidade dos dados que são efetivamente enviados à Comissão Europeia para serem publicados no painel de avaliação [scoreboard] e, nesse sentido, se tivermos um sistema altamente automatizado, como é o caso, o risco de haver erros é menor”.
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