Portugal faz-se representar na Bienal de Arte de Veneza com “RedSkyFalls”, de Alexandre Estrela. Projeto que explora as fissuras no solo e no pensamento provocadas por ondas sísmicas. De 9 de maio a 22 de novembro, congelar de medo não é uma opção. Agitar a Sereníssima, sim.
Se o estreito de Ormuz concentra todas as atenções, talvez importe, também, estar atento à Bienal de Arte de Veneza. A maior montra mundial da arte contemporânea abre ao público a 9 de maio. Entre manifestações, demissões e ondas sísmicas da geopolítica.
A LAAF – Lisbon Art & Antiques Fair decorre de 9 a 17 de maio, na Cordoaria Nacional, e propõe uma viagem por séculos de história, da Antiguidade Clássica à contemporaneidade.
De acordo com dados mensais do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) divulgados hoje, as salas de cinema somaram 3.636.185 espectadores no primeiro quadrimestre deste ano, o que representa uma ligeira quebra de 1,4% (53.175 entradas) comparando com período homólogo.
Portugal faz-se representar na Bienal de Arte de Veneza com “RedSkyFalls”, de Alexandre Estrela. Projeto que explora as fissuras no solo e no pensamento provocadas por ondas sísmicas. De 9 de maio a 22 de novembro, congelar de medo não é uma opção. Agitar a Sereníssima, sim.
Nos comboios e autocarros as horas passam, muitas, às vezes um dia inteiro. Conhecem-se pessoas, resolvem-se pequenos problemas, trocam-se sorrisos curiosos. Há sempre crianças. E a paisagem vertical.
O pianista norueguês Leif Ove Andsnes dedicou quatro anos à obra de um único compositor, Beethoven. Em maio, interpreta o Concerto para Piano Nº 3, na Gulbenkian Música, sob a direção de Hannu Lintu.