Em 2016, o MAAT redesenhou a frente ribeirinha de Belém, em Lisboa. A abrir a segunda década do museu está Pedro Cabrita Reis, um dos artistas portugueses com maior projeção internacional.
Os prémios mais conceituados do mundo começam a ser atribuídos na segunda-feira, com o anúncio do vencedor do Nobel da Medicina, mas este ano, os portugueses estão concentrados na possibilidade de um segundo escritor nacional receber o galardão da Literatura.
Pode a ficção metafísica ajudar-nos a deslindar o mundo atual? A escrita de Jon Fosse não oferece panaceias. E o Fólio também não. Em Óbidos, de 8 a 18 de outubro, a literatura não se propõe curar os males do mundo, mas sim estimular o pensamento.
O MAAT celebra 10 anos a 5 de outubro. Pretexto para falar sobre o percurso de um museu que redesenhou a frente ribeirinha de Belém, em Lisboa, e que tem sido uma montra incortornável da arte contemporânea que se faz em Portugal e no mundo.
Em 2016, o MAAT redesenhou a frente ribeirinha de Belém, em Lisboa. A abrir a segunda década do museu está Pedro Cabrita Reis, um dos artistas portugueses com maior projeção internacional.
A Sereníssima não revela tudo à primeira vista. Como o recatado Labirinto Borges, na Fundação Giorgio Cini, na ilha de San Giorgio Maggiore, Veneza, inspirado num conto de Jorge Luis Borges, nome maior da literatura mundial.
Uma instalação do artista britânico Banksy, que reaproveita um portão das chegadas do aeroporto de Heathrow, numa mensagem anti-Brexit, vai a leilão a 15 de outubro, em Londres.