“Espero que na UE não percamos a liderança no setor agroalimentar, porque noutros setores já perdemos essa liderança”: esta foi a mensagem de alerta deixada por Gonçalo Santos Andrade, presidente da Portugal Fresh, no 8º Colóquio Hortofrutícola organizado pela Lusomorango.
O presidente da autarquia e o presidente da CCDR Alentejo alinharam na ideia de que é necessário fazer um “lóbi justo” para que a região possa reclamar mais habitação, educação e serviços públicos de qualidade, em virtude do aumento demográfico e do investimento que o concelho tem vindo a atrair.
Especialistas apontam saúde e turismo como áreas de investimento e indicam que, apesar de a banca angolana estar mais sólida, continua presa ao crédito de curto prazo.
A criação de uma indústria capaz de transformar diamantes em riqueza sustentável foi apontada como uma das prioridades para o futuro da mineração em Angola. Em Lisboa, Artur Gonçalves defendeu no “Doing Business Angola” que o país deve deixar de ser apenas um exportador de matéria-prima.
Construir uma economia mais autónoma e menos vulnerável aos choques externos é, para o Grupo Opaia, um dos maiores desafios de Angola. Durante a conferência Doing Business Angola 2026, Hugo Azevedo, CFO da instituição, defendeu uma aposta integrada em sectores estratégicos.
O debate sobre o Estado da Nação terá como um dos temas as falhas informáticas na plataforma de classificação digital dos exames do secundário. Com o ministro da Educação, fernando Alexandre, sob pressão dos partidos da oposição.