A empresa liderada por Ana Figueiredo invocou, no pedido ao Governo no Verão passado, o “estatuto de empresa em reestruturação”, prevendo “cerca de 1.100 saídas”, das quais 600 por rescisão e 500 por pré-reforma, para obter uma “poupança estimada de 45 milhões de euros por ano”. O plano de reestruturação prevê rescisões acima do normal. A noticia adianta que a MEO prevê despedir 1.200 pessoas até ao final do ano e que pediu ao governo subsídio de desemprego para 500, mas só autorizou 300.