Segundo o analista de mercados do Millenium Ramiro Loureiro “Wall Street arranca em baixa, condicionada pela escalada dos preços do petróleo, perante uma onda de ataques entre os EUA e o Irão, numa altura em que os investidores aguardam com expetativa pelas contas que Alphabet, Tesla, Texas Instruments e IBM vão mostrar após o fecho do mercado americano”.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para os CTT que sobem 3,93% para os 6,21 euros, com a manifestação de interesse no Banco CTT, seguida pela Jerónimo Martins que avança 3,64% para os 17,08 euros, e a Teixeira Duarte valoriza 2,56% para os 0,50 euros.
“Estou muito bullish [termo para expressar um sentimento de valorização nas bolsas] nos mercados nos próximos 12 meses. Penso que a revolução tecnológica vai gerar melhores margens para mais empresas. As nossas margens [BlackRock] aumentaram 260 pontos base nos últimos 12 meses. Muito disso é o uso de mais tecnologia”, disse Larry Fink à CNBC.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para os CTT que valorizam 1,42% para os 6,06 euros, seguida pela Galp Energia que avança 1,23% para os 20,16 euros, e a Jerónimo Martins que sobe 0,49% para os 16,56 euros.
Num comunicado enviado hoje à bolsa daquela região administrativa especial chinesa, a empresa indicou que prevê vender 54,5 milhões de ações por 1.010 dólares de Hong Kong (113 euros) cada. A tecnológica reservou ainda uma opção para colocar 15% de ações adicionais, que poderá elevar a oferta para 62,7 milhões de ações e permitir atingir o montante máximo previsto.
Alguns dos novos shorts de Michael Burry incluem a Micron, a Applied Materials, e um ETF de semicondutores (SOXX). Os analistas consultados pelo Jornal Económico (JE) encontram motivos que justificam um short mas alertam: estar certo cedo demais pode sair caro.