A proposta era simples e parecia ir ao encontro de alguns dos mais antigos desejos dos industriais da União Europeia: a produção ‘Made in Europe’ – que fosse fabricada na Europa ou sofresse determinada percentagem de transformação no espaço do bloco – seria alvo de uma série de discriminações positivas, nomeadamente no que tivesse a ver com prioridade sobre a concorrência em sede de concursos públicos. Há muitos anos que, por exemplo em Portugal, um tipo de decisão deste género era exigida (ou pelo menos sugerida) por dezenas de empresários – que, aliás, se queixavam de os seus congéneres espanhóis fazerem exatamente essa discriminação sem o espaldar de uma lei.
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