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CEO da JPMorgan diz que Trump deve ser presidente de um só mandato

Além da temática fiscal, o líder sociedade gestora de participações sociais referiu que “nunca devemos ser rudes com um vizinho como o México” e alertou para que a fraqueza política da chanceler alemã, Angela Merkel, “é má para todos nós”.
23 Novembro 2017, 11h01

O CEO da JPMorgan Chase & Co disse que espera ver um novo presidente dos Estados Unidos da América em 2021 e aconselhou o partido democrata a apresentar uma agenda de “empresa pró-livre” para empregos e crescimento económico.

Questionado pela imprensa internacional sobre o tempo em que o atual governante norte-americano estaria no poder, à margem de um evento do The Economic Club de Chicago, Jamie Dimon disse que “se eu tivesse que apostar, apostaria três e meia”.

“Mas os democratas têm que apresentar um candidato razoável ou Trump vai ganhar outra vez”, garantiu Jamie Dimon, em declarações proferidas esta quarta-feira. Segundo assinala a agência Reuters, o diretor executivo da JPMorgan Chase & Co tem-se dirigido a Washington com mais frequência desde as eleições de 2016 para pressionar os legisladores em questões como mudanças nos impostos corporativos, políticas de imigração e financiamento hipotecário.

Além da temática fiscal, o líder sociedade gestora de participações sociais referiu que “nunca devemos ser rudes com um vizinho como o México” e alertou para que a fraqueza política da chanceler alemã, Angela Merkel, “é má para todos nós”.

Nem o tema da discriminação escapou ao CEO, no encontro em Chicago. “Se é branco, pinte-se de preto e caminhe pela rua um dia, e provavelmente vai ter um pouco mais de empatia com a forma como algumas dessas pessoas são tratadas”, sugeriu Jamie Dimon, aconselhando a um maior esforço para resolver o problema.


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