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STEC prolonga greve às horas extraordinárias na CGD até 14 de abril

O STEC, a Organização Sindical mais representativa dos trabalhadores do Grupo CGD, informa em comunicado que renovou o prazo da greve às horas extraordinárias até 14 de abril de 2022.
18 Março 2022, 11h10

O STEC, a Organização Sindical mais representativa dos trabalhadores do Grupo CGD, informa em comunicado que renovou o prazo da greve às horas extraordinárias até 14 de abril de 2022.

Os trabalhadores da Caixa vão continuar a cumprir as sete horas de trabalho diário que constam do Acordo de Empresa (AE).

“A Administração da CGD insiste na utilização de papel para o registo de ponto (e não eletrónico) nas Agências, não garantindo o reconhecimento de todo o trabalho prestado e contrariando o estabelecido no Acordo de Empresa”, acusa o sindicato, que diz que “esta posição da CGD é completamente contrária aquilo que propala nos seus relatórios e contas, quando diz que pretende apoiar a transição para uma economia de baixo carbono com a aposta no verde e no sustentável, bem como na promoção do digital”.

“A questão que se coloca é, por que razão a Administração insiste na utilização de papel para o registo de ponto nas Agências, quando o sistema de registo informático dos tempos de trabalho já se encontra operacional na CGD? A resposta é simples… porque esse registo informático facilitaria o controlo do trabalho suplementar que não é registado nem pago e é realizado diariamente de forma massiva na Empresa por milhares de trabalhadores”, acusa o STEC.

O Sindicato de Trabalhadores das Empresas do grupo CGD começou esta greve à prestação de trabalho suplementar na meia-noite de 13 de dezembro de 2021 e tem vindo a ser sucessivamente prolongada.


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