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CEO da BlackRock recebeu aumento de salário para 33 milhões de euros em 2021

Ainda assim, de acordo com os dados da “Bloomberg”, esta compensação coloca o CEO da BlackRock muito longe dos primeiros lugares da lista dos CEOs mais bem pagos.
18 Abril 2022, 11h43

O salário do CEO da BlackRock, Larry Fink, aumentou 21% para 36 milhões de dólares (33 milhões de euros) no ano passado, depois do maior grupo de gestão de ativos ter divulgado lucros recorde.

De acordo com o “Financial Times”, a compensação de 2021 para o fundador da BlackRock, de 69 anos, inclui pagamento em dinheiro e ações, bem como um salário base de 1,5 milhões de dólares (1,4 milhões de euros) por ano.

O maior gestor financeiro do mundo registou entradas líquidas no fundo de 540 mil milhões de dólares (500 mil milhões de euros) no ano passado, tendo chegado mesmo a superar os 10 biliões de dólares (9,3 mil milhões de milhões de euros) em ativos sob gestão pela primeira vez em dezembro.

As entradas de capital em 2021 foram, em parte, justificadas pela popularidade dos fundos ativos geridos pela BlackRock, onde os gestores do fundo tentam lucrar mais que o desempenho do índice.

Ainda assim, de acordo com os dados da “Bloomberg”, esta compensação coloca o CEO da BlackRock muito longe dos primeiros lugares da lista dos CEOs mais bem pagos a nível mundial.

Essa lista é liderada por Elon Musk, o CEO da Tesla que foi compensado com 6,65 mil milhões de dólares (6,2 mil milhões de euros) em 2021. Em sétimo lugar nesta lista aparece Tim Cook, o CEO da Apple com 265 milhões de dólares (245 milhões de euros).


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