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Receitas da Vodafone Portugal aumentam 5,5%, para 275 milhões de euros

No segmento móvel, a operadora registou um crescimento de 1,2% entre outubro e dezembro de 2019, para “mais de 4,7 milhões de clientes”. No negócio fixo, a base de clientes aumentou 9,7%, chegando aos 772 mil.
Mário Vaz, CEO da Vodafone Portugal
5 Fevereiro 2020, 08h54

As receitas totais da Vodafone Portugal cresceram 5,5%, para 275 milhões de euros no terceiro trimestre relativo ao exercício do ano fiscal 2019/2020, face a igual período de 2018/2019, foi esta quarta-feira anunciado. “O desempenho alcançado no terceiro trimestre foi suportado, principalmente, pelo crescimento continuado no negócio fixo”, lê-se no comunicado da operadora liderada por Mário Vaz.

Entre outubro e dezembro de 2019, a base de clientes fixos da Vodafone aumentou 9,7% em comparação com o terceiro trimestre do ano anterior, chegando aos 772 mil. Destes, a operadora regista um crescimento de 11,4%, para 664 mil clientes, no serviço de televisão. O negócio da fibra ótica também está em fase de expansão, tendo a operadora fechado o terceiro trimestre com fibra em 3,4 milhões de lares e empresas.

As receitas de serviços ascenderam os 247 milhões de euros, o que representa um crescimento de 5,9% em relação ao período homólogo. “A Vodafone Portugal consolidou a tendência de crescimento naquele que é considerado o principal indicador de negócio, receitas de serviços. Este desempenho reflete a estabilização do negócio móvel e o crescimento sustentado no fixo, principalmente na TV paga”, considera a empresa.

No negócio móvel,  a Vodafone registou um crescimento de 1,2% entre outubro e dezembro de 2019, para “mais de 4,7 milhões de clientes”.

Para o presidente executivo da Vodafone Portugal, Mário Vaz, os resultados reportados representam “a manutenção” de uma “dinâmica de crescimento”, que o gestor assume exigir “uma contínua evolução” dos negócios fixo e móvel da operadora. “Compromisso que há muito assumimos para possibilitar um futuro de sucesso a Portugal, para que coletivamente, se consiga tirar o máximo partido das oportunidades que o digital traz”, acrescentou.

Os resultados da empresa de telecomunicações foram reportados um dia depois de ter sido noticiado a assinatura de uma carta de intenções com a concorrente NOS para que ambas negoceiem, em regime de exclusividade até junho de 2020, um novo acordo de partilha de infraestruturas de rede móvel. Esse acordo representará uma extensão à parceria celebrada em 2017 a pensar na rede fixa. Agora, a pensar na quinta geração da rede móvel, esse acordo poderá vir a ser replicado na rede móvel.


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