Os países do Sul Global, ao tentarem proteger-se das sanções do Ocidente, estão a provocar mudanças estruturais na arquitectura financeira mundial e a provocar uma queda permanente de importância do dólar e do euro.
A inteligência artificial está a encurtar a distância entre uma fragilidade e as suas consequências. O que está em causa não é apenas a segurança dos sistemas, mas a margem de decisão das organizações.
A economia russa não está parada. Está sobreaquecida, militarizada e obrigada a financiar simultaneamente a guerra, os subsídios energéticos e a estabilidade social.
Não parece que a China se prepare ou tenha a intenção de iniciar um conflito militar em larga escala, mas indica que os dirigentes chineses consideram esse conflito muito provável e talvez inevitável, algures no final da década de 2020/início da década de 2030.
Atualmente, África oferece um mercado consumidor em rápida expansão, uma força de trabalho jovem e recursos naturais estratégicos. O crescimento económico projetado para 2026 ronda os 4,0-4,3%, com potencial para superar várias economias emergentes.
Todos os instrumentos aqui referidos procuram responder à mesma pergunta: como garantir que um património, uma empresa ou um legado sobrevivem ao seu fundador?