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Sinistralidade rodoviária voltou a aumentar. As causas da “guerra civil” e os planos na gaveta desde 2001

Mais acidentes e vítimas mortais nas estradas portuguesas, nos últimos dois anos, invertendo tendência de decréscimo desde 2010. “Os desastres rodoviários não são acidentais”, sublinha Manuel João Ramos, presidente da ACA-M. “Têm causas objetivas e responsabilidades averiguáveis”, desde logo ao nível das políticas públicas.

Mulheres ao poder na Etiópia. As novas presidentes da República e do Supremo Tribunal

A diplomata Sahle-Work Zewde e a advogada Meaza Ashenafi são as primeiras mulheres de sempre a assumir a presidência da República e do Supremo Tribunal Federal da Etiópia, respetivamente. “A marcha da Etiópia rumo à paridade de género em posições-chave de liderança prossegue de forma incansável”, enalteceu o chefe de gabinete do primeiro-ministro.

A violência verbal de Trump, as cartas-bomba e o ataque à sinagoga. Relação causa/efeito?

Recrudescimento da violência politicamente motivada intensificou o debate em torno da retórica do presidente dos EUA. “A linguagem polarizadora, xenófoba, racista e anti-semita de Trump aciona pessoas loucas”, salienta Hélène Landemore, professora de Ciência Política na Universidade de Yale.

“Economia circular”: Alternativa ao modelo de extração, consumo e descarte intensivos dos recursos

A associação Circular Economy Portugal quer “contribuir para uma sociedade sem desperdício” e “acelerar a transição para uma ‘economia circular’ em Portugal”. As três diretoras – Lindsey Wuisan, Andreia Barbosa e Marta Brazão – explicam o conceito e descrevem os projetos lançados.

“Mulher não entra” como oradora? As justificações dos organizadores de conferências

Questionados sobre a desigualdade de género na seleção de oradores para conferências, os respetivos organizadores apresentam as suas justificações: “quantidade não significa qualidade”, “não definimos quotas”, “motivos de agenda”, “os melhores ‘experts’ em cada área”, etc.

Alunos de Geografia identificam problemas locais e apresentam soluções no projeto “Nós Propomos!”

Cerca de 50 escolas aderem à iniciativa que visa promover uma efetiva cidadania territorial local. Algumas propostas são implementadas pelas autarquias e muitos problemas acabam por ser resolvidos. Os jovens adquirem “uma nova consciência cívica e política”, enaltece o professor Sérgio Claudino.

Ana Brazão do GEOTA: “Temos que desmistificar o papel das barragens na luta contra as alterações climáticas”

Engenheira ambiental e coordenadora do projeto Rios Livres do GEOTA, Ana Brazão diz que as barragens emitem gases com efeito de estufa e alerta para o impacto nos ecossistemas dos rios que “são hoje os ‘habitats’ mais ameaçados do planeta”. Em alternativa, defende a aposta na eficiência energética. E antecipa a 2ª Cimeira Europeia dos Rios que vai realizar-se no Porto, em 2020.

A importância do “jornalismo lento” como impulsionador do “pensamento crítico sobre o que nos rodeia”

Quiosque Manifesto organiza palestra sobre o “jornalismo lento”, com um dos editores da revista “Delayed Gratification”, precursora desse conceito. A coordenadora Inês Catarina Pinto refuta a “morte do papel”, diz que “estamos a viver uma época de ouro das publicações independentes” e enaltece a “valorização da informação como conhecimento”.

A violência doméstica continua a matar mulheres. “Números preocupantes”, “impunidade” e “relações de poder”

Relatório da UMAR indica que, nos primeiros seis meses de 2018, foram assassinadas mais 16 mulheres, vítimas de violência doméstica. Nos últimos 14 anos registaram-se 488 vítimas mortais no total, deixando mais de mil crianças órfãs. Deputadas do PS questionam ministros sobre o que pode ser feito ao nível da prevenção e combate. PpDM alerta para um problema mais vasto de violência contras as mulheres.

A nova lei que consagra “Israel como Estado-nação para o povo judaico” institui um regime de “apartheid”?

O Knesset aprovou a “Lei básica: Israel como Estado-nação para o povo judaico”, determinando que o povo judaico “tem um direito exclusivo à auto-determinação nacional”. Mais, Jerusalém “unida” é a capital e o hebraico é a única língua oficial. Com que implicações para o processo de paz israelo-palestiniano?

Patrícia Martins: “Temos uma sociedade estruturada na exploração do trabalho das mulheres, gratuito e invisibilizado”

Ativista da Rede 8 de Março que está a organizar a Greve Feminista em Portugal sublinha que “há problemas sérios de desigualdade, exploração e opressão” das mulheres, com epicentro na “violência e justiça machista”. E antecipa: “Se nós pararmos, o mundo pára também”.

Ascenso Simões: “Toda a regulação deve ser repensada e a maior urgência é o Banco de Portugal”

Antigo administrador da ERSE, Ascenso Simões acaba de publicar um livro intitulado “Regulação e Supervisão em Portugal”. Descreve um cenário de arcaísmos, disfunções, vazios e impreparações. Desde o Banco de Portugal que “é a entidade mais arcaica e mais impenetrável que existe em Portugal”, até à Autoridade da Concorrência que “só trata de coisas menores”.

A extrema-direita aqui tão perto: Vox entra no Parlamento da Andaluzia

“Espanhóis primeiro”, defende o Vox, traduzindo-se na deportação de imigrantes, construção de muros na fronteira com Marrocos, proibição do aborto e do casamento homossexual, revogação da lei de violência de género, entre outras bandeiras políticas.

Secretária de Estado para a Igualdade: “Estamos a fazer de tudo para combater a violência”

Assinala-se este domingo o Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher. “A violência é um problema estrutural das nossas sociedades. Tem que ser reforçada a ideia de que as mulheres não estão sozinhas’”, disse Rosa Monteiro, em entrevista ao Jornal Económico.

A missão da Femafro é “quebrar com a invisibilidade das mulheres negras na sociedade portuguesa”

As dirigentes da Femafro – Associação de Mulheres Negras, Africanas e Afrodescendentes em Portugal salientam que as mulheres negras estão na base da pirâmide social, sujeitas a “opressões de classe, raça e género”. Pugnam por novas políticas públicas dirigidas a “necessidades não resolvidas”. E dedicam-se a criar referências para as jovens que duvidam dos seus direitos e capacidades.

Habitação: Mais areia para esta camioneta

A resposta necessária para esta voracidade do mercado encontra-se em medidas que beneficiem o arrendamento e que permitam um forte investimento em habitação pública. As propostas do BE garantem uma maior receita para que o investimento público se faça e se inicie, de forma corajosa, aquilo que tem de ser construído: um serviço nacional de habitação.
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