Além dos que fugiram para outros países, a ONU disse que a guerra provocou cerca de dois milhões de deslocados internos, ou seja, pessoas que fugiram do local de residência habitual, mas que permanecem na Ucrânia.
O embaixador da Rússia nas Nações Unidas informou que não levará a votação esta sexta-feira a sua proposta de resolução “humanitária” sobre a Ucrânia, um projeto que, segundo diplomatas, estava já “condenado”.
As tropas russas centraram-se no flanco leste na sua ofensiva militar na Ucrânia, sobretudo na região de Kharkiv, enquanto permanece o cerco à cidade de Mariupol.
Um total de 132 cidadãos portugueses, acompanhados de 145 familiares, deixaram a Ucrânia nas últimas semanas, revelou o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Moscovo acusa os norte-americanos de russofobia e de quererem colocar a Rússia de parte. Dmitry Medvedev lançou um aviso sério aos Estados Unidos, país que impôs sanções pesadas à Rússia.