O êxodo de refugiados ucranianos é o maior da Europa desde a II Guerra Mundial, ultrapassando mesmo os causados por todas as guerras na ex-Jugoslávia durante os anos 90 (2,4 milhões, segundo estimativas das organizações humanitárias).
“Nos últimos dias, ouvimos alegações absurdas sobre laboratórios de armas químicas e biológicas”, disse Stoltenberg ao “Welt am Sonntag”, acrescentando que o Kremlin estava a inventar falsos pretextos para justificar o que não podia ser justificado.
Os Estados Unidos autorizaram uma nova ajuda financeira de 200 milhões de dólares (cerca de 183 milhões de euros) para gastar em apoio militar para a Ucrânia.
Já alguns analistas tinha avançado essa hipótese: o nunca desaparecido movimento anti-russo na Geórgia, calado em 2008, pode estar a debater a hipótese de abrir uma frente de combate, o que implicaria uma divisão de forças russas.
“A visita reafirmará o compromisso e o apoio da União Europeia, dada a guerra da Rússia contra a Ucrânia” mas a região está há anos à espera de entrar no bloco sem que tenham em vista que isso venha a suceder.