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Cursos com mais empregabilidade. Área da Saúde continua a dominar

Há 31 licenciaturas com desemprego zero, um terço das quais na área da Saúde. Os dados são do Infocursos, com base no número de inscritos do IEFP.
8 Julho 2018, 16h58

Medicina é o curso mais representado na lista de cursos com taxa de desemprego zero do Infocursos deste ano. Já o era o ano passado. Às seis licenciaturas das Universidades de Lisboa, Nova de Lisboa, Coimbra, Porto, Beira Interior e Minho, juntam-se três cursos de Enfermagem – Escola Superior de Saúde Egas Moniz, Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa e Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal -, o que faz da área da Saúde a melhor colocada da lista e aquela que, apesar de algumas contingências, continua a garantir pleno emprego em Portugal.

As Engenharias são a segunda área melhor posicionada, com quatro cursos, um número que sobe para seis se lhe juntarmos áreas de proximidade como Física e Matemática: Engenharia Física (Universidade do Porto), Engenharia de Materiais (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa), Engenharia de Micro e Nanotecnologias, da mesma faculdade, Física (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra), Engenharia Informática (Universidade de Aveiro) e Matemática (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa).

A lista de 31 cursos com taxa de desemprego zero inclui ainda as licenciaturas em Teologia dos três pólos da Universidade Católica Portuguesa: Lisboa, Porto e Braga.

O instituto Politécnico de Lisboa, com os cursos Música  na Comunidade, Música, variante de Execução, Música, variante de Composição, Direção e Formação Musical; o Instituto Politécnico de Porto, com o curso de Ortóptica, e o Instituto Politécnico de Leiria, com Tradução e Interpretação: Português/Chinês – Chinês/Português, figuram igualmente no restrito grupo dos que não registavam nenhum licenciado inscrito nos centros do IEFP no ano passado.

No grupo, destaque ainda para a licenciatura em Ciências do Mar na Universidade de Aveiro, Economia e Psicologia na Católica, Educação Básica no Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro, Estudos Comparatistas, e o curso de Meteorologia, Oceanografia e Geofísica, na Universidade de Lisboa.

Para chegar a estes dados, a Direção-Geral do Ensino Superior e a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência analisaram o número de alunos que tendo terminado os cursos entre 2012/2013 e 2015/2016 e se encontravam inscritos no último ano no Instituto de Emprego e Formação Profissional. De fora das estatísticas ficam os licenciados que estejam a trabalhar fora da sua área de formação.


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