Seleção portuguesa superou um país anfitrião e ainda o campeão europeu em título e a sempre poderosa Alemanha. Nem os preços proibitivos dos bilhetes frente à Colômbia impediram o fenómeno. Este Mundial já bateu todos os recordes de assistência com 4,6 milhões de espectadores e ainda só agora terminou a fase de grupos.
Um relatório de 2025, transcrito pela BBC, da organização Scientists for Global Responsibility (SGR) estimava a pegada de carbono total deste Mundial nos nove milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e), o que seria equivalente a quase o dobro da média dos últimos quatro Mundiais.
Há três campeonatos do mundo que o economista Joachim Klement acerta sempre no vencedor e para isso cruza dados tão díspares como o PIB per capita, o ranking da FIFA e a temperatura média do país.
“Tubarões Azuis” conquistam o apuramento histórico para os 16 avos de final do Campeonato do Mundo de 2026. Os resultados dos jogos desta madrugada permitem qualificações no ‘sofá’ a Portugal, Inglaterra, ao Gana, treinado pelo português Carlos Queiroz, Egito e Paraguai.
Os “tubarões azuis” estão a surpreender no Mundial? “Só para quem não conhece o trabalho de quinze anos que foi feito no país”, diz ao JE Ricardo Monsanto, selecionador nacional de São Tomé e Príncipe. Futuro adivinha-se brilhante, vaticina o técnico.
“O segundo jogo da fase de grupos de Portugal no Mundial 2026, que colocou a seleção frente ao Uzbequistão, transmitido na TVI, destacou-se como o programa mais visto do dia, registando uma audiência média de 3.111.400 espetadores”, refere a análise da CAEM/MediaMonitor.