O Caixa BI mantém inalterada a recomendação dada às ações da Galp, no seu daily de hoje, com um price-target (preço-alvo) de 14,6 euros, abaixo da atual cotação da Galp de 17,2 euros. Isto a propósito da notícia de ontem que um consórcio do qual a Galp faz parte apresentou às autoridades um plano de desenvolvimento de um projeto para produzir e vender gás natural.
A Galp informou ontem o mercado que o consórcio de que faz parte na Área 4 de Moçambique submeteu ao governo Moçambicano o plano de desenvolvimento para a primeira fase do projeto Rovuma LNG, que irá produzir, liquefazer e vender gás natural proveniente dos relevantes campos de Mamba.
O plano de desenvolvimento inclui a proposta de construção de instalações onshore, com duas unidades de liquefação (trains), com capacidade para produzir 7.6 milhões de toneladas por ano (mtpa) cada.
A decisão final de investimento é esperada em 2019 e o início de produção em 2024.
De acordo com a Galp a apresentação do plano para a primeira fase do projeto Rovuma LNG reflete o compromisso do consórcio em continuar a desenvolver os recursos de elevada qualidade descobertos da Área 4, estimados em cerca de 85 tcf de gás, e após a tomada de decisão referente ao projeto FLNG Coral Sul em 2017.
Os parceiros da Galp no consórcio da Área 4 incluem a Mozambique Rovuma Venture S.p.A. – uma joint venture entre a ExxonMobil, Eni e CNPC -, a KOGAS e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).
A ExxonMobil irá liderar a construção e operação dos trains onshore e instalações relacionadas, enquanto a Eni será o operador do upstream.
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