A atividade industrial na China está a crescer a um ritmo mais lento, de acordo com os dados do índice de gestor de compras (PMI) de junho, à medida que o fulgor da reabertura da segunda maior economia do mundo se vai esgotando.
O indicador divulgado esta segunda-feira pela Caixin e pela S&P Global caiu para 50,5 em junho, depois de ter chegado a 50,9 em maio, mostrando assim um sector secundário em expansão, mas a um ritmo mais baixo. Estes valores não destoam muito do PMI oficial compilado pelo governo local, cuja leitura de junho apontou para 49,0.
O economista sénior da Caixin, Wang Zhe, reconhece que “uma série de dados macro recentes sugerem que a recuperação na China ainda não encontrou uma base sustentável”, pedindo mais apoio à economia do gigante asiático.
Depois de atingir máximos de onze meses em maio, o subindicador referente à produção industrial recuou ligeiramente, ao mesmo tempo que os custos das matérias-primas mostraram a maior queda desde janeiro de 2016. Já no que toca a entupimentos nas cadeias, estes subiram ligeiramente, embora a generalidade das empresas não reporte grande pressão nos calendários de entregas.
Um sinal de preocupação é a queda do emprego pelo quarto mês seguido, dado o fraco crescimento no lado das vendas e a necessidade de redirecionar produção.
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