O Ministério da Educação registou um aumento de 285% no número de reclamações entre janeiro e julho deste ano, em comparação como mesmo período de 2022, segundo o Portal da Queixa.
Os problemas registados com o Portal das Matrículas e a falta de vagas, foram os principais motivos das queixas, e representam cerca de 70% das reclamações reportadas pelos pais e encarregados de educação. Cerca de 52,6% das reclamações dirigidas à tutela da Educação, têm como motivo vários problemas relacionados com o Portal das Matrículas, um tema que regista uma subida de 442%, em relação a 2022.
A falta de vagas escolares, principalmente no ensino pré-escolar, gerou 20% das queixas dos pais e encarregados de educação, o que corresponde a um aumento de 194% face ao mesmo período do ano passado.
Já o pagamento de subsídios por parte do ministério motivou 6,7% das reclamações, um tema que representou um crescimento de 200% no número de queixas, comparativamente com 2022.
No mês de julho foram apresentadas 354 reclamações, tendo sido o mês que registou o mais crescimento.
Os indicadores do Portal da Queixa concluem que a performance da tutela tem vindo a piorar, sendo que a página do ministério da Educação apresenta uma taxa de resposta de 43,8% e uma taxa de solução de 55,4%. O índice de satisfação do ministério da Educação está pontuado pelos consumidores em 47 em 100.
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