As previsões divulgadas esta segunda-feira pela “Reuters” mostram que o produto interno bruto (PIB) da China deve ter crescido 4,6% entre janeiro e março, em comparação com o mesmo período do ano passado.
People are seen in silhouette on a street on a winter day in Beijing, following the coronavirus disease (COVID-19) outbreak, China, December 21, 2020. REUTERS/Tingshu Wang
A economia da China deve ter abrandado no primeiro trimestre, perante uma quebra no mercado imobiliário e uma menor confiança do sector privado que pesou na procura. Esta evolução mantém a pressão para que o governo apresente mais medidas de estímulo.
As previsões divulgadas esta segunda-feira pela “Reuters” mostram que o produto interno bruto (PIB) da China deve ter crescido 4,6% entre janeiro e março, em comparação com o mesmo período do ano passado. Isto compara com o aumento de 5,2% registado nos três meses anteriores e é o crescimento mais fraco desde o primeiro trimestre de 2023.
O governo chinês definiu como meta um crescimento de cerca de 5% este ano, o que é visto pela maioria dos analisas como um objetivo ambicioso.
“Penso que o crescimento do PIB da China no primeiro trimestre poderá ser ligeiramente mais forte do que o previsto. Pode ficar perto dos 5%”, afirma Zong Liang, responsável pelo research do Bank of China, à “Reuters”, considerando que é possível alcançar a meta para o crescimento.
Em cadeia, a economia deve crescer 1,4% no primeiro trimestre, mais do que os 1% registados entre outubro e dezembro, mostra ainda a sondagem da agência de notícias.