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“NATO é mais forte desde que sou presidente”, garante Donald Trump

Na semana em que se comemora o 70º aniversário da Organização do Tratado do Atlântico Norte, o secretário-geral Jens Stoltenberg sentou-se com Donald Trump, na Casa Branca, para discutir a qualidade da segurança interna dos países que integram no grupo.
3 Abril 2019, 16h32

O presidente norte-americano, Donald Trump, reuniu-se com o secretário-geral da NATO Jens Stoltenberg, esta terça-feira, num encontro que visou refletir sobre a qualidade da segurança dos países da Aliança Atlântica.

Durante a reunião, Trump reforçou a ideia de que as suas ações e exigências – nomeadamente no que toca à fronteira com o México – contribuíram para o estado atual da proteção do grupo. “A NATO é mais forte desde que sou presidente”, referiu Donald Trump, na Casa Branca. ”Já pagamos 140 mil milhões de dólares a mais, e parece que vamos pagar mais 100 mil milhões em gastos das outras nações até 2020”, referiu.

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Stoltenberg reconheceu e admitiu que o facto de os aliados estarem a reforçar os seus orçamentos de defesa, como exigido pelos EUA, está a ajudar a organização “a cumprir melhor o seu papel”. O secretário-geral da NATO elogiou o “compromisso com a NATO” de Trump e referiu que “a mensagem clara” do chefe de Estado “está a colher os seus frutos”, com um maior investimento em defesa.

Ao líder da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Trump atribuiu elogios, dizendo que Stoltenberg é um “líder fantástico”, com quem “estabeleceu uma forte relação de trabalho” em dois anos e meio e que conseguiu fazer com que a contribuição dos outros membros aumentasse mais 64 mil milhões de dólares e vá a caminho de 100 mil milhões de dólares até ao final de 2020.

“Trabalhamos juntos para conseguir que alguns dos nossos aliados paguem sua parte justa. A isto se chama repartição de encargos”, disse Trump repetindo uma reclamação frequente sobre como os EUA pagam uma parte desproporcional dos custos de defesa para a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Apesar de criticar a Alemanha, por estar ainda longe de contribuir com os 2% do PIB em defesa como exigido, Trump falou num “progresso tremendo” nos gastos dos 28 países. “Quando cheguei, não era tão bom e agora estão a aproximar-se”, disse o Presidente dos EUA.

Em 2014, apenas três dos 29 aliados haviam cumprido uma promessa de gastar pelo menos 2% de seu PIB em defesa. Em 2018, sete atingiram esse limiar.


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