Fonte oficial do Aliança garantiu ao Jornal Económico que o automóvel em que Pedro Santana Lopes e o candidato a eurodeputado Paulo Sande seguiam quando sofreram um acidente na A1, obrigando à hospitalização do líder do Aliança, tem seguro válido, contratado com a Tranquilidade. Esta informação veio na sequência de uma notícia na edição desta sexta-feira do Correio da Manhã que dava conta de que o Lexus tinha um seguro feito pela Seguradoras Unidas que havia expirado a 13 de setembro de 2018.
Segundo o serviço de verificação de matrícula disponibilizado pela Autoridade de Supervisão de Seguros (ASF), na hora do acidente o veículo não estava seguro, noticiou o Correio da Manhã (CM), esta sexta-feira. No entanto, a mesma notícia acrescentava que “o serviço de verificação de matrículas poderá estar desatualizado caso o seguro ainda não tenha sido inserido na base de dados ou a seguradora não o tenha comunicado”.
Fonte do Aliança dissera ao Correio da Manhã que a viatura de uso pessoal de Santana Lopes tem um contrato de ‘renting’ e que, portanto, estará segurada. O contrato do veículo está “em nome da sociedade de advogados de Pedro Santana Lopes”, adiantou a mesma fonte.
Segundo o CM, o tomador do seguro até 13 de setembro de 2018 era a Caetano Auto SA. A empresa garantiu esta quinta-feira ao CM, no entanto, ter vendido o veículo “em maio de 2018”. Mas não explicou por que razão manteve o seguro até setembro.
O líder do Aliança teve esta quinta-feira alta hospitalar, com recomendação para repouso, depois de ter sido hospitalizado na quarta-feira, nos Hospitais da Universidade de Coimbra, na sequência de um acidente na A1.
(Notícia atualizada às 15h20 com a posição oficial do Aliança)
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