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Apple, a maçã que pode voltar a valer um bilião de dólares em bolsa

Uma resolução da tensão comercial entre os Estados Unidos e a China voltará a impulsionar as ações da tecnológica para um patamar histórico.
Wu Hong / EPA
14 Junho 2019, 11h01

De acordo com o analista Daniel Ives, citado pela Bloomberg, uma subida de 25 dólares nos títulos da empresa liderada por Tim Cook poderá fazer a Apple regressar a um título que já foi seu: o de ser a primeira empresa dos EUA a valer um bilião de dólares, cerca de 887 mil milhões de euros.

Um acordo entre os EUA e a China “tiraria agora a nuvem escura sobre as ações”, escreveu Ives numa nota enviada à agência norte-americana. Ontem, as ações da tecnológica fecharam nos 194,15 dólares. E, um aumento de 25 dólares, significaria um crescimento de 13% nos títulos.

“Uma resolução da tensão comercial na reunião do G20, que se realizará no Japão, no final de junho, pode adicionar entre 20 a 25 dólares por ação para a Apple nos próximos meses”, acrescentou o analista.

Recorde-se que a empresa de Tim Cook bateu o recorde em agosto do ano passado, quando as acções subiram quase 3% e encerram a sessão a valer 207,39 dólares na bolsa nova-iorquina Nasdaq. A partir de novembro, os títulos têm vindo a descer.

Em 2007, uma outra empresa, a PetroChina, superou o bilião de dólares na altura em que se estreou em bolsa, em 2007. Mas as semelhanças com a Apple ficam-se por aí. As acções da PetroChina afundaram-se rapidamente, levando a agência financeira Bloomberg a classificar o desempenho da companhia como “o maior colapso bolsista na História mundial”.

Mais recentemente, depois da Apple e da Amazon, a Microsoft tornou-se na terceira empresa a superar a fasquia de um bilião de dólares.

 


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